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De empacotador ao Super Bowl 2026: conheça a trajetória de Bad Bunny
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De empacotador ao Super Bowl 2026: conheça a trajetória de Bad Bunny

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Bons Fluidos
08/02/2026 20h17
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A jornada de Benito Antonio Martínez Ocasio, ou simplesmente, Bad Bunny, é uma das mais improváveis e meteóricas da indústria fonográfica. Em 2016, trabalhava como empacotador em um supermercado em Porto Rico. A inspiração para o nome artístico veio de uma memória de infância: uma fotografia em que aparecia vestido de coelho, encarando a câmera com um semblante visivelmente contrariado.

Bad Bunny: como surgiu o nome?

“Você consegue imaginar um coelho mau? Não. Por pior que seja, você vai querer abraçá-lo. Eu me considero assim”, contava o artista na época, definindo a dualidade que viria a conquistar milhões de fãs. O nome Bad Bunny nasceu desse contraste entre a fofura e a rebeldia, uma marca que ele carregou desde as primeiras batidas de trap postadas no SoundCloud até os maiores estádios do planeta.

Quebra de Barreiras

Dez anos após o início de sua ascensão, o cenário é drasticamente diferente. O que começou como um nicho regional transformou-se em uma hegemonia cultural. Com seu mais recente trabalho, o disco Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny atingiu o ápice do reconhecimento crítico e comercial ao fazer história na Recording Academy: ele se tornou o primeiro artista a vencer o prêmio Grammy de Álbum do Ano com uma produção inteiramente em espanhol.

Essa conquista não foi apenas um troféu pessoal, mas a validação definitiva do espanhol como uma língua global de consumo de massa, sem a necessidade de “americanizar” o som para atingir o topo das paradas. Sua influência vai além da música, engajando-se em pautas políticas em Porto Rico e desafiando estereótipos de gênero através da moda e de suas letras.

Super Bowl 2026

Assim, ao subir no palco do Super Bowl 2026, Bad Bunny não representa apenas a si mesmo. Trata-se de um movimento que mudou a dinâmica da TV americana. De um jovem porto-riquenho pouco conhecido a ícone que exige ser abraçado pelo mundo — mesmo sendo, à sua maneira, um “coelho mau” — ele prova que a autenticidade é a sua ferramenta de poder mais valiosa.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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