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Fósforos, borrachas e mais: Laura Neiva mostra suas coleções inusitadas
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Fósforos, borrachas e mais: Laura Neiva mostra suas coleções inusitadas

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Bons Fluidos
11/06/2026 22h00
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Quem nunca guardou um objeto que carregava uma lembrança especial? Um ingresso antigo, um cartão escrito à mão, uma embalagem bonita ou até mesmo uma simples pedra encontrada durante uma viagem. Para muitas pessoas, colecionar vai muito além de acumular objetos: é uma forma de registrar experiências, expressar a personalidade e preservar emoções. Recentemente, a atriz Laura Neiva compartilhou com seus seguidores um lado bastante particular de sua rotina.

Em uma sequência de vídeos publicados nas redes sociais, ela revelou algumas das coleções que mantém em casa – e surpreendeu pela variedade e originalidade dos itens guardados ao longo dos anos. “Vocês não perguntaram, mas essas são as coisas que coleciono”, brincou ela ao apresentar sua coleção de pequenos bonecos.

Mas os personagens em miniatura são apenas uma parte da história. Laura também mostrou fitas adesivas coloridas, sacolas, caixas de fósforo, blocos de notas autoadesivas, borrachas de formatos variados e uma extensa coleção de cartões que ocupam parte das paredes de sua casa.

Por que gostamos tanto de colecionar?

Embora pareça apenas um hobby, o hábito de colecionar desperta o interesse da psicologia há décadas. Especialistas explicam que coleções costumam funcionar como uma espécie de arquivo emocional. Cada item pode representar uma lembrança, uma fase da vida, uma conquista ou simplesmente uma sensação agradável associada ao momento em que foi adquirido.

Em um mundo cada vez mais acelerado e digital, guardar objetos concretos também pode oferecer uma sensação de continuidade. Eles ajudam a contar nossa própria história e reforçam a percepção de quem somos. Por isso, muitas coleções acabam tendo pouco valor financeiro, mas um enorme valor afetivo.

A beleza dos pequenos encantamentos

O que chama atenção nas coleções de Laura é justamente a simplicidade dos objetos escolhidos. Em vez de itens raros ou luxuosos, ela demonstra encanto por elementos do cotidiano: fitas adesivas, caixas de fósforo, cartões e borrachas.

“Durex, mais durex”, mostrou a atriz ao exibir dezenas de fitas com diferentes cores e estampas. Essa capacidade de encontrar beleza em coisas aparentemente comuns pode estar relacionada ao que os psicólogos chamam de atenção plena. Quando desaceleramos o olhar, passamos a perceber detalhes que normalmente passariam despercebidos. É uma habilidade que favorece a criatividade, a curiosidade e até o bem-estar emocional.

Guardar objetos é também guardar histórias

Entre todas as coleções apresentadas por Laura, talvez a mais simbólica tenha sido a de cartões. Ao mostrar uma parede repleta deles, a atriz revelou um acervo que parece reunir lembranças, mensagens e registros de diferentes momentos da vida. “Preparados pro grand finale? Cartões.”

Cartões costumam carregar algo que os objetos industrializados raramente oferecem: a presença da outra pessoa. Uma dedicatória, uma assinatura ou uma mensagem escrita à mão transforma um simples pedaço de papel em um fragmento de uma relação. Por isso, muitas pessoas encontram dificuldade em se desfazer desse tipo de lembrança.

Colecionar pode ser uma forma de cultivar a própria identidade

Ao contrário do que se imagina, uma coleção não precisa ser grandiosa para ter significado. Algumas pessoas guardam livros. Outras, fotografias, xícaras, plantas, vinis ou lembranças de viagens. O que importa não é o tamanho da coleção, mas o sentido que ela carrega.

Quando Laura compartilha seu entusiasmo por objetos tão diversos, ela também nos lembra de algo importante: nossa identidade é construída pelos detalhes. Pelos gostos, pelas memórias e pelas pequenas coisas que escolhemos preservar ao longo do caminho.

Talvez seja por isso que colecionar continue sendo uma atividade tão fascinante. No fundo, não estamos apenas guardando objetos. Estamos guardando pedaços da nossa própria história.

Leia também: Laura Neiva revela rotina com Chay Suede: ‘Ficar juntos'”

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