Home
Entretenimento
Para além da estética: Como a honestidade de Paolla Oliveira virou cura para outras mulheres
Entretenimento

Para além da estética: Como a honestidade de Paolla Oliveira virou cura para outras mulheres

publisherLogo
Bons Fluidos
18/02/2026 15h16
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51005/original/Bons_Fluidos.png?1764195908
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Em um depoimento que ecoou para além dos desfiles de Carnaval, a atriz Paolla Oliveira desabafou sobre a pressão estética e a exposição do corpo, revelando como sua vulnerabilidade pessoal acabou se tornando um refúgio coletivo para milhares de mulheres.

“Na verdade, eu abri uma intimidade minha para me desafogar quando eu falei sobre mulher, sobre corpo, sobre pressão e acabei reconhecendo em outras mulheres essa mesma angústia. Então não foi nada de caso pensado, mas essa identificação acontece. Eu tenho muito prazer em ouvir as histórias das mulheres, que se identificam com essas situações. Engraçado, eu chorei no aeroporto, porque uma terapeuta me parou e falou que, no consultório dela, muitas mulheres iam lá e acabavam falando meu nome. Isso não tem preço. Nós, mulheres, quando a gente fala por nós ou por uma colega, a gente está falando por muitas outras. E a gente não diz isso para se exibir. Falar sobre o feminino, sobre o que é nosso, é da nossa conta. É a gente que decide o que quer da nossa vida, da nossa beleza. É só a gente que sabe ser a única coisa mais linda que tem”, declarou a atriz.

Especialista analisa declaração de Paolla Oliveira

Para a especialista em autodesenvolvimento e autoamor, Renata Fornari, a fala de Paolla é o reflexo de um sentimento silencioso amplificado pela era digital. Segundo ela, a transição do julgamento diante do espelho para a comparação constante nas redes sociais colocou as mulheres em uma eterna guerra contra o próprio corpo. Fornari analisa que essa autoexigência é alimentada pelo medo profundo de não ser suficiente:

“Toda mulher que se critica demais aprendeu, em algum momento da vida, que ser amada dependia de agradar, de ser perfeita, de se encaixar. O corpo vira o campo onde essa ferida se manifesta, mas a dor é muito mais antiga que a celulite ou o ângulo da foto”.

Ao comentar o impacto do desabafo da atriz, ela reforça a importância de aceitar a própria humanidade: “A verdadeira liberdade não é deixar de ser julgada, é parar de se julgar junto. Quando você se reconcilia com o espelho, e com a mulher que te olha de volta, o olhar dos outros perde o poder”.

 * Texto elaborado com informações de Marcia Stival Assessoria 

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também