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Sophie Turner reflete sobre crise os 30 anos após divórcio de Joe Jonas: 'Mais do que pronta'
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Sophie Turner reflete sobre crise os 30 anos após divórcio de Joe Jonas: 'Mais do que pronta'

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Bons Fluidos
11/06/2026 13h00
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Durante muito tempo, os 30 anos foram vistos como uma espécie de marco simbólico da vida adulta. É uma fase que costuma despertar questionamentos sobre carreira, relacionamentos, sonhos realizados e expectativas ainda não alcançadas. Não por acaso, muitas pessoas relatam sentir uma mistura de ansiedade, nostalgia e renovação ao se aproximarem dessa idade. Recentemente, a atriz Sophie Turner falou abertamente sobre essa experiência e revelou que também viveu sua própria “crise dos 30”. Hoje, porém, ela afirma enxergar essa nova década com mais leveza e entusiasmo.

Por que os 30 anos costumam provocar tantas reflexões?

A psicologia explica que determinadas idades funcionam como marcos de transição. Assim como a adolescência ou a chegada da meia-idade, os 30 anos costumam despertar avaliações sobre quem nos tornamos e para onde estamos caminhando.

Ao refletir sobre essa fase, Sophie contou que compartilha esse momento com amigas de longa data que estão vivendo experiências semelhantes. “Todas as minhas melhores amigas têm a mesma idade que eu, estudamos juntas e estamos vivendo um ano de comemorações de 30 anos. Estamos muito felizes de ter saído da bagunça dos nossos 20 e poucos anos.”

A fala traduz um sentimento comum: a sensação de que a década dos 20 pode ser marcada por experimentações, mudanças constantes e muitas incertezas. Já os 30 costumam trazer mais clareza sobre prioridades e limites pessoais.

Quando uma década termina, outra versão de nós começa

Apesar da visão positiva que demonstra hoje, Sophie admite que a transição não aconteceu sem desafios. “Cada uma de nós teve uma pequena crise, mas nos sentimos muito positivas agora. Eu estava mais do que pronta para deixar aquela década da minha vida para trás.”

A chamada “crise dos 30” não é necessariamente um problema psicológico. Na maioria das vezes, trata-se de um período de revisão interna. É quando muitas pessoas começam a questionar escolhas antigas, redefinir objetivos e abandonar expectativas que já não fazem sentido.

Crescer também significa atravessar perdas

Nos últimos anos, a atriz enfrentou mudanças importantes em sua vida pessoal. Entre elas, o fim de seu casamento com o cantor Joe Jonas, com quem teve duas filhas. Separações, especialmente quando envolvem filhos, costumam trazer desafios emocionais profundos. Ainda assim, elas também podem se transformar em oportunidades de reconstrução e autoconhecimento.

Durante a entrevista, Sophie comentou como determinados trabalhos artísticos acabaram dialogando com experiências que ela própria estava vivendo. “Fiz um filme chamado ‘Confiança’ sobre uma mulher que precisou se esconder porque estava sendo manipulada pelo homem com quem teve um filho e precisava proteger a criança. Ela tinha questões pessoais para processar, e senti que aquilo também era uma oportunidade para eu lidar com as minhas.”

A declaração chama atenção para um aspecto importante do processo de cura: muitas vezes encontramos novas formas de compreender nossa história por meio da arte, da escrita, da terapia ou de experiências criativas.

O poder dos recomeços

Longe do período turbulento que marcou os últimos anos, Sophie vive agora uma fase de renovação profissional. A atriz assumiu o desafio de interpretar a icônica personagem Lara Croft em uma nova adaptação de Tomb Raider para a televisão.

Curiosamente, ela reconhece que possui pouco em comum com a aventureira. “[Lara Croft] é tão diferente de mim e da minha personalidade. Há um lado dela que pode ser bastante tóxico, mas também há um lado extremamente focado e determinado, ao passo que eu tenho TDAH e não consigo concluir uma tarefa sem esquecer e partir para outra.”

Ao falar sobre suas próprias características, Sophie demonstra algo que costuma vir com a maturidade: a capacidade de reconhecer vulnerabilidades sem transformá-las em motivo de vergonha.

Talvez os 30 sejam menos sobre chegar e mais sobre escolher

Existe uma crença de que aos 30 anos deveríamos ter todas as respostas. Mas a realidade costuma ser diferente. Muitas vezes, essa década não representa um ponto de chegada, e sim um momento de seleção mais consciente do que merece continuar conosco.

Amizades, projetos, relacionamentos e expectativas passam por uma espécie de filtro natural. O que permanece tende a refletir mais quem realmente somos.

A experiência de Sophie Turner lembra que crescer não significa ter uma vida perfeita. Significa aprender a atravessar crises, lidar com mudanças e descobrir que cada fim também pode abrir espaço para um novo começo.

Leia também: Deborah Secco reflete sobre a maternidade: ‘Maturidade’

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