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Zubeldía fala sobre susto cardíaco e busca de ajuda psicológica
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Zubeldía fala sobre susto cardíaco e busca de ajuda psicológica

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Sportbuzz
17/03/2026 01h41
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©(Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC)
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O técnico do Fluminense, Luis Zubeldía, abriu o jogo sobre dois temas importantes relacionados à saúde: um problema cardíaco descoberto no início do ano e o cuidado com o controle emocional durante as partidas de futebol.

Em entrevista ao jornal argentino Olé, o treinador contou que precisou se afastar por cerca de duas semanas após exames detectarem obstruções nas artérias do coração. Aos 45 anos, Zubeldía foi submetido a um procedimento para a colocação de quatro stents.

“Foi um choque. Eu não tinha noção de que tinha quatro stents aos 45 anos. Foi um choque no começo porque foi totalmente inesperado. Mas, olhando para trás, vi o lado bom, que eles detectaram o problema a tempo”, comentou.

O diagnóstico foi feito após uma angiotomografia computadorizada, exame que avalia as artérias do coração. Segundo o técnico, fatores como colesterol alto e histórico familiar contribuíram para o quadro.

“Meu cardiologista sempre me repreende pela forma como eu encaro o futebol, pela paixão que sinto. As causas? Colesterol alto, fatores hereditários. Acertei em cheio com um exame chamado angiotomografia computadorizada”, disse.

Além do susto relacionado à saúde física, Zubeldía também abordou o impacto emocional da profissão. Conhecido pelo estilo intenso à beira do campo, o treinador revelou que já buscou acompanhamento com um psicólogo esportivo para controlar o comportamento durante os jogos.

“Porque gesticulo muito e porque passo dos limites. Sempre tive problemas com a arbitragem, desde os meus tempos de jogador. Aliás, cheguei a consultar o (Marcelo) Roffé, um psicólogo esportivo, sobre isso. Ele sempre me dizia: ‘Não, não com a arbitragem…’”, seguiu.

O treinador reconheceu que muitas vezes a reclamação com árbitros surge como forma de desabafo em momentos de pressão: “A gente pensa que reclama porque assim consegue influenciar o árbitro, mas não, é uma forma de desabafar, de ‘ajudar o time’. Embora eu saiba com certeza que não ajuda em nada. Pelo contrário: atrapalha.”


 

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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