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Empréstimo consignado - tire as suas dúvidas!
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Empréstimo consignado - tire as suas dúvidas!

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Anamaria
28/06/2026 21h00
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Como funciona?

No consignado, o valor das parcelas é retirado automaticamente da folha de pagamento ou do benefício do contratante. A modalidade está disponível para:

  • Aposentados e pensionistas do INSS
    • Servidores públicos
    • Trabalhadores CLT
    • Militares
    • Motoristas e entregadores de aplicativo (os descontos acontecem diretamente na conta onde os repasses são recebidos).

Por que os juros costumam ser menores?

Segundo informações divulgadas pela Serasa, aposentados e pensionistas do INSS possuem teto de juros definido pelo governo. Atualmente, a taxa máxima é de 1,85% ao mês. Já no consignado privado, os juros variam conforme cada instituição financeira.

O desconto tem limite

Existe uma regra chamada margem consignável, que determina a porcentagem da renda que pode ser comprometida com o empréstimo. Os limites variam conforme a categoria, indo de 30% (motoristas e entregadores de app) a 35% para trabalhadores CLT e 45% para aposentados.

Mitos e verdades

Verdades

As parcelas fixas ajudam na organização

A contratação costuma ser rápida

Mitos

Consignado sempre gera mais endividamento

O problema não está necessariamente na modalidade, mas na falta de planejamento. O consignado possui limites de comprometimento de renda justamente para reduzir riscos financeiros. Ainda assim, é importante avaliar se a parcela realmente cabe no orçamento antes de contratar.

Quando pedir empréstimo consignado?

Entre os cenários mais indicados estão:

  • Quitar dívidas mais caras;
    • Organizar emergências financeiras;
    • Financiar reformas ou projetos planejados;
    • Trocar dívidas com juros altos por uma condição mais acessível.

O que acontece se a pessoa perder o emprego

No caso dos trabalhadores CLT, o empréstimo continua existindo mesmo após uma demissão. As regras atuais permitem que parte da multa rescisória e do saldo do FGTS sejam utilizados para quitar a dívida. Se o valor não for suficiente, o banco pode renegociar o contrato.

Evite armadilhas

“Pesquise as condições oferecidas por diferentes instituições, leia atentamente o contrato antes de assinar, evite comprometer significativamente sua renda, e, em caso de dúvidas, consulte um especialista ou consultor financeiro”, orienta Gustavo.

  • Compare propostas entre diferentes bancos
    • Leia atentamente todas as cláusulas
    • Avalie o custo total da dívida
    • Evite comprometer grande parte da renda
    • Desconfie de ofertas muito fáceis ou sem explicações claras

 

A matéria acima foi produzida para a revista AnaMaria Digital (edição 1524, de 5 de junho de 2026). Se interessou? Baixe agora mesmo seu exemplar da Revista AnaMaria nas bancas digitais: Bancah, Bebanca, Bookplay, Claro Banca, Clube de Revistas, GoRead, Hube, Oi Revistas, Revistarias, Ubook, UOL Leia+, além da Loja Kindle, da Amazon. Estamos também em bancas internacionais, como Magzter e PressReader.

Leia a matéria original aqui.

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