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O acessório antigo que voltou com tudo - e ajuda a definir a sua cintura!
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O acessório antigo que voltou com tudo - e ajuda a definir a sua cintura!

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Anamaria
15/03/2026 17h00
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A nostalgia tem guiado parte importante das escolhas da moda recente, e a estética Y2K, ou seja, do final dos anos 1990 e início dos anos 2000, marcada por um estilo otimista, futurista e nostálgico, surge como um dos principais vetores desse retorno. Cinturas marcadas, denim lavado, volumes contrastantes e acessórios chamativos ajudam a explicar por que o cinto deixou de ser coadjuvante e passou a estruturar visualmente muitas produções.

O acessório como ponto de construção do look

Mais do que segurar calças ou saias, o cinto passou a ser usado como elemento de organização do visual. Ele cria pausas, define proporções e adiciona informação de moda mesmo em combinações simples.

Segundo Rogério Zorzetto, CEO da rede de varejo Prioridade 10, o movimento é perceptível também no comportamento de consumo. “Temos observado um aumento significativo na procura por cintos, acompanhado de uma maior diversidade na oferta de modelos disponíveis, o que naturalmente leva a peça a assumir protagonismo nos visuais”, afirma.

Entre os modelos mais procurados, aparecem versões com brilho, glitter, superfícies metalizadas e fivelas marcantes, além dos cintos clássicos em couro, que seguem como opção versátil para diferentes estilos.

O acessório que marca a cintura e voltou à moda. Foto: FreePik
O acessório que marca a cintura e voltou à moda. Foto: FreePik

Anos 2000

O retorno do cinto dialoga com características centrais da estética Y2K (ano 2000), como a valorização da cintura, o uso de acessórios evidentes e a mistura de referências retrô com peças contemporâneas. Ao marcar o corpo ou interromper linhas muito amplas, o acessório cria contraste e intenção no styling, algo valorizado na moda atual.

Em um cenário em que o visual é construído por camadas e detalhes, o cinto funciona como elo entre peças básicas e propostas mais elaboradas, sem exigir grandes mudanças no guarda-roupa.

Como o cinto aparece nas produções atuais

Com minissaia

A combinação entre minissaia e cinto reforça referências diretas dos anos 2000. Modelos com fivelas maiores, texturas diferentes ou estampas ajudam a destacar a região da cintura e a dar mais presença ao look.

Em bermudas

Nas bermudas de comprimento alongado, o cinto ajuda a organizar a silhueta. Ao quebrar a linha reta da peça, o acessório traz equilíbrio e intenção visual, especialmente quando combinado ao denim.

Em camisetas oversized

Ao ser usado sobre camisetas amplas, o cinto cria um novo desenho para a peça. A estratégia define a cintura, valoriza o jogo de volumes e transforma uma base casual em uma produção mais estruturada.

Com vestidos longos

Em vestidos fluidos, especialmente os de estética boho, o cinto adiciona contraste e estrutura. Posicionado na cintura ou levemente abaixo, ele cria camadas visuais e muda a leitura da peça sem interferir no conforto.

Como usar o cinto no dia a dia, sem erro

– Use o acessório para criar proporção
Em looks amplos, o cinto ajuda a definir a silhueta e organizar o visual.

– Escolha o modelo de acordo com o efeito desejado
Cintos largos e com fivelas chamativas ganham destaque. Os finos funcionam melhor em propostas discretas.

– Teste posições diferentes
Na cintura alta, média ou levemente abaixo, o cinto altera completamente a leitura da roupa.

– Comece pelos looks básicos
Jeans e camiseta ganham outra proposta com a inclusão do acessório.

– Pense no cinto como parte do styling
Ele não precisa combinar exatamente com a bolsa ou o sapato, mas deve conversar com a proposta do look.

A matéria acima foi produzida para a revista AnaMaria Digital (edição 1509, de 20 de fevereiro de 2026). Se interessou? Baixe agora mesmo seu exemplar da Revista AnaMaria nas bancas digitais: Bancah, Bebanca, Bookplay, Claro Banca, Clube de Revistas, GoRead, Hube, Oi Revistas, Revistarias, Ubook, UOL Leia+, além da Loja Kindle, da Amazon. Estamos também em bancas internacionais, como Magzter e PressReader.

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Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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