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Tudo o que você precisa saber sobre os adesivos para espinhas, segundo dermatologista
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Tudo o que você precisa saber sobre os adesivos para espinhas, segundo dermatologista

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Bons Fluidos
06/03/2026 23h30
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A mais nova tendência entre os jovens para tratar espinhas são os adesivos, também conhecidos como pimple patches. Disponíveis em diversos formatos — como círculos, estrelas e corações —, os secativos conquistaram, em especial, a Geração Z, não somente por curar, como por mascarar a acne. Agora, de tão presentes que estão no dia a dia, conseguem se passar até por um acessório.

“A popularização nos últimos anos se deu, primeiro, pela influência das rotinas de skincare nas redes sociais. Segundo, pela praticidade: são discretos, fáceis de usar e muitas vezes quase invisíveis na pele”, explica a dermatologista Marina Ito.

Mas, para além da tendência, quais são os reais benefícios desses adesivos? Em entrevista exclusiva à ‘Bons Fluidos’, a especialista detalha como os patches funcionam, alerta sobre possíveis riscos e fornece orientações essenciais de uso. Confira:

Tipos de adesivos e ação contra espinhas

De acordo com Marina Ito, os secativos mais comuns são feitos de hidrocoloide, um material que, ao ser aplicado sobre a lesão, absorve o excesso de secreção e ajuda a reduzir a inflamação. Ademais, garante proteção, impedindo a pessoa de espremer a espinha, o que diminui os riscos de infecções, manchas e cicatrizes.

Ainda existem, no entanto, outros tipos de adesivos, desenvolvidos com a adição de ativos como ácido salicílico, niacinamida ou extratos calmantes. Nesse caso, conforme aponta a profissional, eles também têm função terapêutica. “O ácido salicílico, por exemplo, ajuda a desobstruir os poros e reduzir a inflamação, podendo acelerar a resolução da lesão em alguns casos”, afirma.

Ambas as variações dos pimple patches, então, auxiliam na evolução da espinha, além de atuarem sobre o inchaço local e evitarem a contaminação ou o agravamento do quadro por atrito. Os efeitos surgem de forma acelerada: geralmente, as pessoas percebem melhora em 24 a 48 horas. Porém, isso depende do tipo de lesão e da gravidade da acne.

Quando usar e orientações

Ito aponta que os adesivos são recomendados e funcionam melhor “em espinhas isoladas, inflamatórias e superficiais, principalmente quando o paciente tem tendência a manipular a pele“. Já em cravos fechados, lesões muito profundas ou acne cística, o efeito costuma ser limitado.

Ela ressalta ainda que os patches devem ser um recurso complementar. Isso porque, por se tratar de uma doença inflamatória, muitas vezes a acne exige tratamento contínuo com medicamentos tópicos ou orais, principalmente quando ocorre com frequência. E, apesar de serem seguros — podendo causar raramente irritação ou sensibilidade —, alguns cuidados são importantes durante o uso dos secativos.

Segundo a profissional, a aplicação deve ser feita com a pele limpa e apenas nas áreas necessárias. Se for utilizar maquiagem por cima, opte por produtos mais leves. Por fim, ela deixa uma recomendação para adolescentes: “Podem usar em espinhas isoladas, mas quando a acne começa a se tornar recorrente ou inflamatória, a avaliação dermatológica é fundamental. O tratamento precoce ajuda a evitar manchas e cicatrizes”.

Leia também: Não esprema suas espinhas; veja o que dizem especialistas

*Texto feito em parceria com o AmorSaúde

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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