Turismo sem idade: especialista dá dicas para idosos viajarem com autonomia e segurança
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O desejo de explorar novos horizontes não tem prazo de validade. Com o aumento da expectativa de vida, o público acima de 50 anos tem liderado uma revolução no turismo, buscando experiências que unem lazer, convivência familiar e propósito. No entanto, para que a autonomia seja plena, o planejamento é o melhor companheiro de viagem.
De acordo com um relatório da Global Coalition on Aging em parceria com o Transamerica Center for Retirement Studies (‘Leveraging Travel as a Catalyst for Healthy Longevity’, março/2025), viajar é uma porta de entrada para o enriquecimento físico, cognitivo e social, que traz benefícios concretos para a longevidade: viagens regulares reduzem o risco de mortalidade em 36,6% e o risco de Alzheimer em até 47% por meio de atividades culturalmente enriquecedoras, como visitas a museus, acesso a apresentações de música ao vivo e a pontos turísticos históricos.
Segundo um trecho do documento, “estudos mostram que viajar figura consistentemente entre os principais sonhos e atividades para a aposentadoria, devido à sua conexão com a melhoria da saúde cerebral, do bem-estar cardiovascular e da vitalidade geral. Viajar não só mantém as pessoas mais saudáveis por mais tempo, como também aborda um dos desafios mais urgentes do envelhecimento: a solidão e o isolamento social. (…) Quando os idosos têm acesso a oportunidades de viagem, eles se mantêm mais saudáveis por mais tempo”.
Para garantir que esses benefícios sejam aproveitados sem sobressaltos, a médica Fernanda Sperandio, geriatra da MedSênior – plano de saúde voltado para o público 50+ e com foco no Bem Envelhecer -, preparou um guia de recomendações para idosos que planejam viajar, seja por via terrestre ou aérea.
Especialista faz checklist da autonomia dos idosos
A especialista reforça que a viagem ideal é aquela em que o idoso mantém sua rotina de cuidados enquanto vive novas emoções. “Uma viagem pode marcar boas lembranças e o convívio com amigos, filhos e netos. Ou, ainda, ser um exercício de autonomia, caso o idoso opte por ir sozinho”, diz Fernanda, que alerta em seguida: “Mas ele não deve viajar se não estiver se sentindo 100%.”
Segundo a médica, alguns pontos são cruciais para o planejamento, visando garantir a melhor experiência possível:
*Fonte: Assessoria de Imprensa | MedSênior
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