Donald Trump sugere anexar Venezuela como 51º estado dos EUA
Aventuras Na História

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está dando o que falar de novo ao dar a entender que quer anexar mais um país. A bola da vez é a Venezuela, que ele sugeriu, em tom de ironia, que virasse o 51º estado americano.
Com isso, a fala recente entra para a lista de investidas parecidas dele contra lugares como Canadá, Groenlândia e Cuba.
Essas postagens polêmicas rolaram na rede social dele, a Truth Social, na reta final do mundial de beisebol. Logo depois que a Venezuela venceu os americanos e levou a taça, Donald Trump brincou sobre a força do time e falou direto em anexação.
Vale lembrar que a Venezuela, agora liderada por Delcy Rodríguez, passa por um momento tenso desde que os EUA invadiram o país e prenderam Nicolás Maduro, há dois meses.
Ártico e Canadá na mira
De acordo com informações repercutidas pelo G1, além do país sul-americano, a Groenlândia também faz parte dos planos de expansão do republicano. Ele defende abertamente comprar a ilha para montar um escudo de segurança chamado Domo de Ouro.
Mas, mesmo topando fazer parcerias comerciais, o primeiro-ministro de lá, Jens-Frederik Nielsen, avisou que não abre mão da soberania, mesmo após diversos encontros entre Donald Trump e Mark Rutte, chefe da Otan.
Já o Canadá começou a lidar com cobranças pesadas ligadas a esse sistema de defesa. O governo americano ameaçou cobrar 61 bilhões de dólares pela proteção, liberando o pagamento só se o país topar virar um estado americano.
No entanto, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, rejeitou a ideia na hora e cravou que o território não está à venda.
Cerco fechado em Cuba
Para fechar, o radar de Donald Trump mirou de um jeito agressivo em Cuba. Nos últimos dias, ele chegou a dizer que seria uma “honra” tomar o controle da ilha caribenha. Por causa disso, a Casa Branca aumentou as sanções, apertando ainda mais a situação de um país que já sofre com uma crise de energia histórica.
Com a situação insustentável, Havana teve que ceder e sair do seu isolamento. Então, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, foi à TV confirmar que começou a negociar oficialmente com os Estados Unidos.
Mesmo assim, especialistas acham que o fim desses castigos rigorosos ainda vai depender de Cuba ceder bastante na política e na economia.
*Sob supervisão de Éric Moreira