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Grupo é resgatado com vida após uma semana preso em caverna no Laos
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Grupo é resgatado com vida após uma semana preso em caverna no Laos

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Aventuras Na História
27/05/2026 13h28
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https://timnews.com.br/system/images/photos/16743705/original/open-uri20260527-42-1o6rwsm?1779888903
© Crédito: Divulgação/Facebook
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Cinco pessoas que estavam presas desde quarta-feira passada em uma caverna no Laos foram resgatadas com vida após uma semana. O caso se deu na província de Xaysomboun, na região central do país.

Até então, as equipes de resgate envolvidas não sabiam se o grupo havia sobrevivido à inundação repentina que bloqueou a saída da gruta. Apesar dessa boa notícia, destacam as autoridades locais, há ainda dois desaparecidos.

Segundo relatos, sete pessoas haviam entrado na caverna para procurar ouro e caçar animais selvagens. Elas, no entanto, ficaram encurraladas depois que fortes chuvas provocaram enchentes e deslizamentos de terra, de acordo com o portal O Globo.

Passagens estreitas

A caverna em questão fica em uma área remota e possui passagens profundas e extremamente estreitas. Por isso, uma verdadeira força-tarefa precisou ser montada. A operação mobilizou equipes locais e estrangeiras, incluindo 15 profissionais que participaram, em 2018, do resgate da equipe juvenil de futebol presa por 17 dias em uma caverna inundada na Tailândia. Também é importante destacar que muitos moradores da região auxiliaram nos trabalhos e que mais de cem pessoas participaram da retirada da água da gruta. Segundo os socorristas, algumas passagens tinham apenas 60 centímetros de altura.

Como explicou a fonte, enquanto do lado de fora especialistas concentraram esforços em bombear a água das passagens inundadas, no interior da gruta equipes instalaram cordas para orientar os socorristas. De acordo com Kengkard Bongkawong, chefe de operações do grupo de resgate tailandês Metta Tham Rescue, o maior desafio enfrentado no local é o espaço extremamente reduzido.

O percurso não é complicado, mas o problema é o espaço. É tão estreito que temos de rastejar e inclinar-nos para passar; além disso, as rochas são muito afiadas”, afirmou.

Mantendo as esperanças

Na segunda-feira, os mergulhadores Mikko Paasi e Norrased Palasing, respectivamente da Finlândia e Tailândia, juntaram-se às buscas no Laos. Os socorristas passaram a noite no local, já que o acesso ao complexo de cavernas exigia uma caminhada de cerca de cinco quilômetros por uma região montanhosa. As buscas pelos dois desaparecidos continuam.

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