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Maioria dos brasileiros está otimista para 2026, aponta pesquisa
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Maioria dos brasileiros está otimista para 2026, aponta pesquisa

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Bons Fluidos
07/01/2026 17h00
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Se você sente que o mundo anda pesado – economia instável, tensões entre países, mudanças aceleradas na tecnologia – você não está sozinho. Ainda assim, um dado curioso que se repete em diferentes levantamentos: o brasileiro segue otimista e olhando para frente.

Um “sim” para o futuro, mesmo após um ano cansativo

A leitura do futuro não é igual para todo mundo. Na Ipsos, mulheres da Geração Z aparecem como o grupo mais otimista, e outros recortes também mostram diferenças por idade e gênero. Já no Datafolha, as mulheres também aparecem mais otimistas do que os homens sobre a melhora da vida pessoal. Esse recorte pode ter um significado emocional: quem cresceu em meio a crises sucessivas, mudanças rápidas e reinvenções constantes, muitas vezes desenvolveu flexibilidade – a habilidade de ajustar rotas, ao invés de esperar certezas.

Dinheiro: a expectativa não é “luxo”, é alívio

Quando o assunto é bolso, o tom muda: menos fantasia, mais realidade. Na Ipsos, quase metade das pessoas no mundo está dividida sobre ter mais renda disponível, mas o Brasil aparece mais confiante em alguns indicadores ligados a “sobrar algo no fim do mês”. E isso faz sentido: o desejo, para muita gente, não é consumir mais. É ter margem. Margem para escolher. Para não viver no limite. Dizer “não” sem medo. Planejar sem ansiedade.

As metas do brasileiro para 2026 têm cara de bem-estar

Talvez por isso, quando as pessoas falam do que querem fazer no próximo ano, a lista parece menos material e mais ligada à qualidade de vida. Entre os desejos mais citados no levantamento da Ipsos estão se exercitar mais, cuidar mais da aparência, passar mais tempo com quem importa e, para uma parcela relevante, reduzir o tempo nas redes sociais. Em um mundo barulhento, esse tipo de meta é quase um manifesto: desacelerar também é produtividade, só que emocional.

E as preocupações? Elas continuam, mas não engolem tudo

O otimismo não apaga o que assusta. A pesquisa da Ipsos mostra que as pessoas seguem atentas a riscos e tensões globais, e a relação com tecnologia (como a inteligência artificial) aparece com sentimentos mistos – entre medo e oportunidade. O ponto é que, para muitos brasileiros, o futuro parece ser visto com uma mistura bem humana: preocupação + adaptação. Existe cautela, mas também existe curiosidade. Existe alerta, mas não necessariamente pânico.

Pé no chão, olhar adiante

Leia também: Cerca de 300 mil idosos brasileiros têm algum grau de autismo”

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