Erika Hilton se manifesta após ataque de Donald Trump à Venezuela
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A deputada federal Erika Hilton se manifestou sobre o ataque de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, à Venezuela. Segundo o político, o presidente Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados.
Após a repercussão da notícia, a famosa disse que os EUA não tinha o direito de atacar a Venezuela. Segundo ela, invadir um país por suas riquezas naturais é inaceitável e cria um precedente perigoso.
“Trump acaba de assumir que os EUA querem comandar a Venezuela para explorar todo seu petróleo. Trump também ameaçou um segundo ataque. Ninguém está defendendo Nicolás Maduro. Estamos dizendo que os EUA não tem direito de invadir outro país para roubar suas riquezas, que a autodeterminação e a soberania de qualquer país é inegociável, e que invadir um país por suas riquezas naturais é inaceitável e cria um precedente perigoso“, opinou.
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Lula condena ataque dos EUA à Venezuela
A reação do governo brasileiro foi imediata após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, registrada neste sábado (3). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ação como um rompimento grave das normas que regem as relações internacionais e manifestou preocupação com os impactos políticos e diplomáticos do episódio para a região. Segundo ele, a escalada do conflito representa um risco direto à estabilidade da América do Sul.
Em declaração pública, Lula foi enfático ao criticar a operação conduzida pelo governo norte-americano. Para o presidente, “os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável”. Ele acrescentou que a iniciativa configura “uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, reforçando a posição histórica do Brasil contra intervenções armadas.
Diante do ataque anunciado pelo presidente Donald Trump, que afirmou ter capturado Nicolás Maduro, o Palácio do Planalto convocou uma reunião emergencial com ministros para avaliar os desdobramentos políticos da crise. Lula afirmou ainda que a ofensiva representa “uma flagrante violação do direito internacional” e advertiu que esse tipo de ação abre caminho para “violência, caos e instabilidade”, enfraquecendo o multilateralismo global.
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