TIM News utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para personalizar a sua experiência e publicidade e recomendar conteúdo, de acordo com a nossa Privacidade . Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Aceitar
Home
Notícias
Estudo revela nova espécie de titanossauro que viveu na Caatinga
Notícias

Estudo revela nova espécie de titanossauro que viveu na Caatinga

publisherLogo
ICARO Media Group TITAN
22/08/2024 16h43
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/images/photos/16328980/original/Captura_de_Tela_2024-08-22_a%CC%80s_13.59.20?1724346409
©Foto: Divulgação/MAHN
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) fizeram uma descoberta marcante na região da Caatinga. Uma nova espécie de titanossauro, batizada de Tiamat valdecii, foi encontrada a cerca de 20 quilômetros da cidade de Quixeré, na fronteira entre Ceará e Rio Grande do Norte.

Foto: Divulgação/UFG

Segundo a UFG, essa é a primeira vez que uma espécie de dinossauro é encontrada na região da Bacia Potiguar. Os pesquisadores passaram 15 dias na região da Caatinga, enfrentando chuva e calor, até encontrarem as vértebras caudais do titanossauro. 

O Tiamat valdecii pertence ao grupo dos titanossauros, que são saurópodes conhecidos pelo seu corpo robusto, cabeça pequena e alongada, pescoço curto e cauda longa. 

A pesquisa revelou que essa nova espécie possui características distintas de outros titanossauros. Suas vértebras caudais possuem uma forma côncava na frente, o que representa o registro mais antigo desse tipo no Brasil. Além disso, essas vértebras possuem estruturas que ajudam a conectar uma vértebra à outra, proporcionando maior estabilidade e liberdade de movimento à cauda do animal.

Foto: Divulgação/UFG

O achado na região da Caatinga também revelou a presença de vértebras incompletas de dinossauros rebbachisaurídeos, outro grupo de saurópodes caracterizado por pescoços e caudas longas. Isso sugere que pelo menos dois grupos diferentes de saurópodes habitaram a área.

A descoberta de Tiamat valdecii preenche uma lacuna importante no conhecimento sobre a radiação dos titanossauros ao redor do mundo durante o Cretáceo Inferior. Isso apoia a teoria de uma diversificação mais ampla desses dinossauros no Brasil nesse período.

O estudo, resultante do projeto de pesquisa "Prospecção e estudo paleobiológico e sistemático da paleobiota das bacias de Itaboraí e Potiguar", coordenado pela professora Lilian Paglarelli Bergqvist, foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O estudo foi publicado na revista científica Zoological Journal of the Linnean Society .

Essa descoberta histórica representa um avanço significativo no conhecimento sobre os dinossauros brasileiros e ressalta a importância da preservação e pesquisa paleontológica nas diferentes regiões do país.

Quer ficar informado? Siga a TITAN no Facebook , X , WhatsApp e Telegram .

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também