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Operação da Polícia do Rio investiga assassinato relacionado à máfia do cigarro
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Operação da Polícia do Rio investiga assassinato relacionado à máfia do cigarro

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05/02/2026 11h21
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https://timnews.com.br/system/images/photos/16683054/original/open-uri20260205-122-w049aa?1770290697
©Reprodução/X @PCERJ
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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizou, na manhã desta quinta-feira (5), uma ação para cumprir 4 mandados de prisão relacionados à morte de Fabrício Alves Martins de Oliveira, ocorrida em 2 de outubro de 2022, no Rio de Janeiro. Entre os investigados está Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, identificado como bicheiro e apontado como mandante do crime.

Além de Adilsinho, a operação também teve como alvos José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos, o Faraó, e o policial militar Daniel Figueiredo Maia. José Ricardo já estava preso e, contra ele, foi executado um mandado de prisão. Daniel Figueiredo Maia se apresentou, foi levado à 5ª DP (Mem de Sá) e encaminhado para a unidade prisional da PM. Até a última atualização, Alex de Oliveira Matos era considerado foragido, assim como Adilsinho.

Fabrício foi atacado em um posto de gasolina na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, na Zona Oeste, e, segundo a investigação, foi atingido por 14 disparos de fuzil calibre .762 quando deixou o veículo. Os autores do ataque usaram camisas e balaclavas falsas da Polícia Civil, método atribuído a um grupo de matadores de aluguel associado a Adilsinho.

O caso se insere em apurações sobre a máfia do cigarro no Rio. A Polícia Civil também relaciona o episódio a outro homicídio: Fábio de Alamar, sócio de Fabrício, morto em 4 de novembro, quando saía do Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte. Os dois eram donos de uma fábrica de gelo, e havia suspeitas de envolvimento com cigarros paraguaios.

De acordo com a Polícia Civil, pela morte de Fábio foram denunciados e têm prisão decretada Adilsinho e José Ricardo, além de Átila Deive Oliveira da Silva, o Sassá. No inquérito, Adilsinho aparece ainda como ligado a um cassino on-line clandestino que teria movimentado R$ 130 milhões em 3 anos.

A Polícia Federal aponta que, a partir de 2018, ele passou a reinvestir recursos do jogo ilegal na produção e venda de cigarros clandestinos, oferecidos abaixo do preço mínimo definido por decreto. Considerado foragido, Adilsinho é citado como alguém que controla a fabricação e a comercialização de cigarros ilegais na Região Metropolitana do Rio e que ampliou a atuação para outros estados.

Adilsinho nasceu em maio de 1970, em Duque de Caxias. Segundo as informações reunidas, ele veio de uma família ligada ao jogo do bicho, associada à banca Paratodos, e depois se mudou para o Leblon. A investigação menciona que ele mantém uma escolta com pelo menos 34 PMs.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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