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Anonymous diz ter atacado BC russo e promete liberar documentos
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Anonymous diz ter atacado BC russo e promete liberar documentos

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Tecmundo
24/03/2022 14h48
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O grupo hacktivista Anonymous alegou, na noite da última quarta-feira (23), ter hackeado o Banco Central da Rússia. Além disso, eles prometeram que nos próximos dias liberarão 35 mil arquivos, incluindo acordos secretos do governo russo.

Desde o começo da invasão russa à Ucrânia, há um mês, o Anonymous se colocou contra principalmente Vladimir Putin, tendo inclusive declarado uma “guerra cibernética ”. O coletivo já atacou ciberneticamente várias instituições russas, incluindo veículos de imprensa.

Apesar de dizerem que o Banco Central do país europeu foi atacado, por enquanto o grupo não divulgou nenhuma prova sobre o feito. Uma conta no Twitter de uma das células do Anonymous até divulgou imagens de documentos escritos em russo, mas não há nenhuma prova de que eles tenham informações confidenciais.

Veja no Twitter
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Anonymous hacks Russia's Central Bank and more than 35,000 files will be exposed in 48 hours. pic.twitter.com/0VUhqVmo89

March 23, 2022

Além disso, nem o Banco Central e nem o governo russo se manifestaram sobre o caso. O site da instituição que controla a inflação e o valor do rublo (moeda do país) segue no ar normalmente, por exemplo.

Outros ataques

O Anonymous tem intensificado as ações cibernéticas não somente contra entidades russas, mas também contra empresas do Ocidente que continuam realizando negócios com o país comandado por Putin.

Na última terça-feira, por exemplo, o coletivo disse ter atacado a matriz suíça da Nestlé e vazou 10 GB de dados da empresa na internet, incluindo e-mails, senhas e informações comerciais. O fato, aliado a críticas até do presidente da Ucrânia, fez com que a Nestlé suspendesse a venda de produtos como KitKat na Rússia.

Ainda na noite de ontem, o Anonymous revelou ter derrubado os sites da Auchan, Leroy Merlin e Decathlon, que na manhã de hoje ficaram fora do ar. Eles alegaram que os ataques foram feitos porque as companhias continuam realizando comércio com a Rússia normalmente.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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