TIM News utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para personalizar a sua experiência e publicidade e recomendar conteúdo, de acordo com a nossa Privacidade . Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Aceitar
Home
Tecnologia
Apps não oferecem boas condições de trabalho, revela pesquisa
Tecnologia

Apps não oferecem boas condições de trabalho, revela pesquisa

publisherLogo
Tecmundo
21/03/2022 11h00
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/images/photos/14927645/original/open-uri20220321-20-j1hbot?1647860456
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Aplicativos como iFood, Uber, 99, Rappi e GetNinjas não oferecem boas condições de trabalho para os parceiros no Brasil. É o que aponta uma pesquisa conduzida pelo Oxford Internet Institute, em parceria com o WZB Berlin Social Science Centre, abrangendo 27 países.

O levantamento, divulgado pela BBC na quinta-feira (17), mostra que nenhuma das plataformas atuantes no mercado nacional obteve nota superior a 2 pontos, em um ranking que vai de 0 a 10. Critérios como remuneração, contratos, gestão, condições de trabalho e representação foram analisados pelo estudo.

No Brasil, as maiores notas ficaram com os apps iFood e 99, cada um deles com 2 pontos, enquanto a Uber aparece na sequência, com 1 ponto. Já o GetNinjas, a Rappi e o Uber Eats tiraram nota 0 — lembrando que a plataforma de entrega de alimentos da Uber encerrou as atividades recentemente no país.

De acordo com a pesquisa, as condições de trabalho oferecidas pelos apps no mercado nacional são semelhantes às de outros países da América Latina, como Chile e Equador. Por outro lado, as notas ficaram muito distantes das registradas na Europa, Ásia e África, onde as plataformas obtiveram de 7 a 8 pontos, em média.

Projeto Fairwork Brasil

No Brasil, o levantamento teve a participação de várias instituições, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Elas fazem parte do projeto Fairwork, criado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

O grupo colheu dados sobre os aplicativos por meio de pesquisa documental, evidências apresentadas pelas próprias empresas e entrevistas com motoristas de app, motoboys e prestadores de serviço, entre outros trabalhadores.

Para calcular a nota, cada um dos cinco critérios analisados foi dividido em dois pontos, um básico e um avançado, mas o último só era concedido quando cumprido o primeiro.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também