Home
Tecnologia
Stonehenge pode ter sido um templo fálico, com pedra representando um pênis gigante
Tecnologia

Stonehenge pode ter sido um templo fálico, com pedra representando um pênis gigante

publisherLogo
Aventuras Na História
26/02/2025 15h50
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/images/photos/16471982/original/open-uri20250226-18-enmwgd?1740585245
©Wellcome Images/Terence Meaden
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Uma nova teoria sugere que além de um provável centro para a veneração do Sol, o monumento de Stonehenge também poderia ter servido como um templo de fertilidade. Um estudo aponta que uma pedra caída — e parcialmente enterrada — do monumento pode ter sido esculpida para se assemelhar a um pênis gigante

Conforme repercute o The Independent, a pesquisa foi conduzida pelo professor Terence Meaden, arqueólogo e físico aposentado. Meaden sugere que quando a pedra estava de pé, ela tinha semelhanças com o órgão reprodutivo masculino quando ereto; com cerca de 2,6 metros e com uma glande ou ponta bulbosa de 80 centímetros de comprimento.

O profissional, que lecionou física em universidades na França e no Canadá e estudou arqueologia em Oxford, examinou a pedra detalhadamente. Assim, concluiu que seu formato foi deliberadamente alterado para ter uma aparência fálica. 

Pedras fálicas

Apesar de nenhuma outra pedra em formato fálico ter sido encontrada no monumento, pesquisadores já encontraram vários pequenos falos esculpidos em pedra — datados da era de Stonehenge — a apenas três quilômetros de distância do local. 

Segundo o Independent, as pedras em formatos de pênis parecem ter sido elementos importantes em muitas civilizações pré-históricas espalhadas pelo mundo (principalmente na Europa e Ásia). 

A pedra em formato de falo recentemente identificada no monumento (conhecida como "Pedra 67"), agora está parcialmente enterrada. Antes disso, porém, ela ficava ereta no local mais importante de Stonehenge; alinhada diretamente com o nascer do sol no meio do verão e o pôr do sol no meio do inverno.

Pedra 67, de Stonehenge - Terence Meaden

 

Além da Pedra 67, uma outra única pedra ficava alinhada dentro do círculo: a rocha de seis toneladas conhecida como a Pedra do Altar. Ela também foi moldada, antes de ser colocada em posição. Algumas evidências sugerem que a última pedra nunca ficou em pé e, portanto, sempre esteve na horizontal.

Em termos de alinhamento, a Pedra do Altar parece ter sido deliberadamente pareada com a pedra em pé em forma de falo; o que levou o professor Meaden a suspeitar que ela pode ter simbolizado ou representado a fertilidade feminina. 

Se a teoria do pesquisador estiver correta (de que a Pedra 67 foi deliberadamente esculpida para se parecer com um falo e a Pedra do Altar para representar o princípio feminino). Assim, as duas rochas podem ter representado, respectivamente, uma divindade solar e lunar. Ou, então, representarem uma divindade solar e a Mãe Terra. 

Em grande parte do mundo pré-histórico e antigo, rochas específicas ou pedras verticais eram percebidas como divindades; como contendo divindades dentro delas; ou sendo de alguma forma associadas ao divino ou ao sobrenatural.

A identificação feita pelo Professor Meaden de uma pedra em forma de falo em Stonehenge foi publicada como parte de seu último livro sobre o monumento: How Pytheas the Greek Discovered Iron-Age Britain, Stonehenge and Thule.

A pedra em formato fálico teria permanecido ereta, como a principal característica focal do monumento, por centenas ou milhares de anos. Mas, eventualmente, ela teria sido derrubada por algum tipo de catástrofe ou pela ação humana.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também