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Cada vez mais, crianças desenham cientistas como mulheres
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Cada vez mais, crianças desenham cientistas como mulheres

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Bons Fluidos
25/02/2025 20h35
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© Canva Equipes/Helgy
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Não é segredo para ninguém que os direitos da mulher cresceram ao longo dos anos, assim como sua representatividade em áreas que são encaradas como masculinas. E isso também aconteceu no âmbito da ciência. Sendo assim, um estudo analisou desenhos de crianças ao longo de cinco décadas e comprovou que elas passaram a reconhecer o lado da cientista feminina. Saiba mais:

Desenhos das crianças

A pesquisa e publicação no jornal Child Development reuniu estudantes de cinco a dezoito anos que fizeram, aproximadamente, 20.860 desenhos que representavam cientistas. Dessa forma, descobriram que, entre 1960 e 1970, apenas 1% dos pequenos criavam mulheres no papel. Porém, este percentual aumentou para 34% até chegar em 2016. E quando o assunto envolve as meninas, o mesmo se repete, pois a porcentagem inicial é igual nas primeiras duas décadas, mas na década que se passou, mais da metade das alunas usou as mulheres como símbolo da ciência.

Reflexo da realidade

E, como já dizem, a arte imita a vida. De 1960 até 2013, a atuação feminina na ciência também aumentou. Sendo de 28% para 49% na Biologia; 8% para 35% na Química, e de 8% para 11% em Física e Astronomia. Apesar de a maioria ainda ser masculina, estamos vendo o aumento acontecer com o passar dos anos.

 

Seis mulheres que revolucionaram a ciência

Ao longo da história, as mulheres têm lutado por direitos iguais e, se hoje – na chamada era moderna – ainda há, inacreditavelmente, essa necessidade de luta, imagine há séculos, numa sociedade ainda mais machista e retrógrada, se é que isso seja possível. Como profissional da saúde, eu, Jamar Tejada, não poderia deixar de citar e compartilhar a história de algumas mulheres da minha área que ultrapassaram o quesito inteligência: para receber o devido reconhecimento em épocas tão difíceis, tiveram que ser determinadas e corajosas. Clique aqui e leia a matéria completa.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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