Harry Styles diz que relação com a música deixou de ser 'prejudicial à saúde'
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Harry Styles detalha nova fase
De acordo com o artista, essa nova visão surgiu após ler o livro ‘Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida’, do escritor Haruki Murakami. “Ele me libertou da ideia de que a música tinha que ser uma profissão prejudicial à saúde e que eu tinha que ser uma alma atormentada”, contou Styles para autor ao estampar a capa da revista ‘Runner’s World’.
“Seu argumento é que ser saudável permite que você seja um artista por muito tempo, que você pode ser uma pessoa estruturada e saudável e produzir um ótimo trabalho. Então, sou muito grato a você por isso”, complementou.
Corrida e música eletrônica
Na conversa, Harry Styles também citou outro elemento que o ajudou a melhorar sua relação com o trabalho e voltar a criar: a corrida. “Pessoalmente, descobri que o aspecto hipnótico e meditativo da música tem muita sinergia com o aspecto meditativo da corrida. Quando estou correndo é quando tenho… tempo para pensar muito sobre o que estou criando e sobre outras coisas da minha vida também”, detalhou.
Ademais, a música eletrônica, com a qual teve maior contato durante uma pausa em 2024, contribui não somente para o processo criativo, como para as atividades físicas. Segundo o cantor, as canções de Floating Points e Fadi Mohem, por exemplo, o deixaram “realmente imerso” em meio às corridas, além de fazerem “o tempo passar de uma maneira completamente diferente”.
Em ‘Kiss All the Time. Disco, Occasionally’, então, ele decidiu incrementar elementos do estilo. “Eu queria recriar o que eu sentia na pista de dança, me perdendo na instrumentação e na musicalidade. Era tão envolvente, tipo, é assim que eu quero me sentir quando estiver no palco também. Não quero que pareça um sermão que estou pregando. Queria que parecesse que estamos juntos nessa música. Que eu estou nisso com vocês”, concluiu.
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