Desabafo e emoção: o que Carolina Dieckmmann nos ensina sobre encarar o ninho vazio?
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Ver os filhos crescerem e conquistarem independência costuma ser motivo de orgulho. Ao mesmo tempo, também pode despertar uma mistura de saudade, insegurança e vazio. Foi justamente sobre esse sentimento que Carolina Dieckmmann se emocionou ao falar durante uma entrevista recente.
A atriz, que tem os dois filhos morando fora do Brasil, definiu a maternidade como seu “maior sonho realizado” e, ao comentar essa nova fase da família, acabou tocando em um tema que afeta muitos pais: a síndrome do ninho vazio.
“Eu tenho pensado muito nisso, que meus filhos estão morando fora, tem essa coisa do ninho vazio. Mas eu acho que é a maior dor de uma mãe ver um filho sair de casa e também a maior alegria. Porque quando o seu filho vai para o mundo, você fala: caramba, ele está tendo segurança para ir atrás dos sonhos dele”, disse ao ‘Portal LeoDias’.
Embora não seja um diagnóstico médico, a síndrome descreve o conjunto de reações emocionais que podem surgir quando os filhos deixam a casa para estudar, trabalhar ou construir a própria família. É comum que esse momento provoque tristeza, sensação de perda, mudanças na rotina e até questionamentos sobre a própria identidade.
Como Carolina Dieckmmann lida com o ninho vazio
A experiência compartilhada por Carolina reforça, contudo, que maternidade não termina quando os filhos saem de casa, ela apenas se transforma. Por isso, não deve ser o momento não deve ser encarado pessimismo e medo. Segundo especialistas — e a própria vivência da atriz demonstra isso —, é importante enxergar essa mudança pelo lado positivo: os filhos estão colocando em prática os ensinamentos recebidos em casa para buscar seus sonhos e construir a própria vida.
Isso não significa que a figura materna tenha sido deixada para trás. No entanto, o desafio passa a ser encontrar novas formas de permanecer presente na rotina dos filhos. Dieckmmann, por exemplo, revelou que mantém ligações diárias com o filho mais novo, José Worcman, de 18 anos. Essa proximidade ajuda a reorganizar a relação entre mãe e filho, enquanto permite que o vínculo afetivo permaneça forte, mesmo com a distância.
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