Home
Estilo de Vida
Enfermeira revela principais arrependimentos nos instantes finais da vida dos pacientes
Estilo de Vida

Enfermeira revela principais arrependimentos nos instantes finais da vida dos pacientes

publisherLogo
Bons Fluidos
15/01/2026 13h58
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51005/original/Bons_Fluidos.png?1764195908
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

No silêncio dos instantes finais, quando o barulho do mundo já não consegue mais distrair a alma, a perspectiva sobre a vida costuma passar por uma transformação profunda e reveladora. Foi observando essa fase de transição que a enfermeira australiana Bronnie Ware, em seu trabalho com cuidados paliativos, catalogou as reflexões mais profundas de quem estava prestes a partir. O que surge desses relatos não são desejos por mais posses ou reconhecimento, mas sim um desejo sincero por mais autenticidade e conexão humana.

O arrependimento mais recorrente é o de não ter tido a coragem de viver uma vida fiel a si mesmo, em vez da vida que os outros esperavam. Muitas pessoas percebem, tarde demais, que deixaram seus sonhos mais genuínos engavetados para satisfazer expectativas sociais ou familiares. Dessa forma, morrem com a sensação de que nunca chegaram a conhecer sua própria essência. Junto a isso, surge a clássica confissão de quem gostaria de não ter trabalhado tanto. Esse sentimento é comum especialmente entre aqueles que sentem que sacrificaram o crescimento dos filhos e a companhia do parceiro em troca de uma correria corporativa que, no fim das contas, perde todo o brilho.

Os instantes finais: sentimentos repreendidos e distância dos amigos

Há também uma dor silenciosa sobre a repressão dos sentimentos. O desejo de ter tido a coragem de expressar o que se sentia — seja um “eu te amo”, um pedido de desculpas ou a imposição de um limite — é uma sombra que paira sobre muitos leitos. Ao engolirem suas verdades para manter uma paz artificial com os outros, muitos acabaram desenvolvendo uma existência resignada. Assim, perdem a chance de viver relações mais profundas e honestas.

Essas lições, colhidas nos instantes finais da existência, servem como um bússola para quem ainda tem o presente nas mãos. Elas nos lembram que o tempo é o nosso recurso mais escasso: como a palavra diz, um PRESENTE! Além disso, mostram que a verdadeira riqueza não está no que acumulamos. Está na coragem de sermos quem somos e na intensidade do amor que compartilhamos com quem caminha ao nosso lado. Como diz a música Epitáfio da banda Titãs, “Devia ter amado mais”. No fundo, é sobre isso.

icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também