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Ferida que não fecha? Confira alimentos que ajudam na cicatrização!
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Ferida que não fecha? Confira alimentos que ajudam na cicatrização!

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Bons Fluidos
13/02/2026 10h00
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Quando o corpo passa por uma cirurgia, um machucado ou qualquer tipo de trauma, ele entra em um verdadeiro “modo reparo”. E, nesse processo, a alimentação tem um papel decisivo. A cicatrização da pele não acontece apenas com curativos ou pomadas: ela depende de energia, nutrientes e substâncias que ajudam o organismo a reconstruir tecidos, produzir colágeno e evitar infecções. 

Por que a dieta influencia tanto na recuperação?

Cicatrizar é um trabalho complexo. O corpo precisa passar por diferentes etapas – inflamação inicial, formação de tecido novo e remodelação da pele. Para que tudo funcione bem, é necessário um aporte extra de proteínas, vitaminas e minerais, líquidos e compostos anti-inflamatórios.

Quando a alimentação é insuficiente, o organismo prioriza funções vitais e reduz recursos para a reparação, o que pode atrasar o processo e aumentar o risco de complicações.

Proteínas: a base para formar tecido novo

As proteínas são fundamentais em todas as fases da cicatrização. Elas fornecem os “tijolos” que constroem a pele nova e sustentam a produção de colágeno. Estudos apontam que a deficiência proteica pode prolongar a fase inflamatória e prejudicar a formação de novos vasos sanguíneos – algo essencial para levar oxigênio e nutrientes até a ferida.

Além disso, aminoácidos como arginina e glutamina ajudam na proliferação de fibroblastos, células diretamente envolvidas na estabilização da cicatriz. Boas fontes de proteína incluem carnes magras, ovos, leite e derivados, feijão, lentilha e grão-de-bico.

Vitaminas e minerais que aceleram a cicatrização

Além das proteínas, micronutrientes específicos são indispensáveis para a produção de colágeno e a renovação celular. A vitamina C é essencial para o colágeno. Ela atua diretamente na formação das fibras que sustentam a pele e também funciona como antioxidante. Pode ser encontrada em laranjas, acerolas, kiwis, morangos, pimentões, brócolis e couves.

O zinco é um ótimo aliado da imunidade e regeneração, participando da divisão celular e fortalece as defesas do organismo. Algumas fontes importantes são carnes e frutos do mar, sementes e castanhas e oleaginosas.

A vitamina A apoia a pele e mucosas, contribuindo para a integridade da pele e para a resposta imunológica. Alimentos ricos nela são: cenoura, abóbora, manga e fígado.

Já o ômega-3 possui ação anti-inflamatória e ajuda a modular inflamações, favorecendo uma recuperação mais equilibrada. Boas opções são salmão e sardinha, chia e linhaça e nozes.

Hidratação: a “infraestrutura” da cicatrização

A água é indispensável para o transporte de nutrientes e para as reações químicas envolvidas na regeneração dos tecidos. Quando o corpo está desidratado, o fluxo sanguíneo para a região lesionada diminui, dificultando a recuperação.

Além disso, a hidratação mantém a pele mais elástica e reduz a tensão nas bordas da ferida, favorecendo uma cicatriz mais fina. Priorize água pura, chás sem açúcar e sucos naturais com moderação.

O que evitar durante o processo de cicatrização?

Alguns alimentos podem atrapalhar bastante a recuperação por aumentarem inflamações e dificultarem a ação do sistema imunológico.

  1. Açúcar e ultraprocessados: doces, refrigerantes e fast food elevam a glicose e fragilizam o colágeno;
  2. Embutidos e excesso de sódio: salsicha, bacon e salame favorecem inchaço e prejudicam a circulação local;
  3. Frituras e gorduras trans: aumentam o estresse oxidativo e inflamações desnecessárias;
  4. Bebidas alcoólicas: podem desidratar os tecidos e interferir na absorção de vitaminas essenciais.

Um cuidado que começa no prato

A cicatrização é um processo biológico sofisticado – e o que você come pode ser um dos maiores aliados para que a pele se regenere com mais rapidez, força e saúde. Com escolhas simples e consistentes, é possível apoiar o corpo de dentro para fora e favorecer uma recuperação mais tranquila e eficiente.

Leia também: Dia Mundial das Leguminosas: entenda a importância para a saúde”

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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