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Fernanda Lima rompe tabus sobre manchas e os desafios do envelhecimento aos 48 anos
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Fernanda Lima rompe tabus sobre manchas e os desafios do envelhecimento aos 48 anos

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Bons Fluidos
11/02/2026 14h20
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Fernanda Lima voltou a gerar repercussão ao compartilhar mudanças na pele que a fizeram refletir, de forma honesta, sobre o processo de envelhecimento. A apresentadora, de 48 anos, mostrou que manchas não precisam ser um tabu. Além disso, trouxe para o debate um tema que desperta dúvidas, inseguranças e curiosidade entre muitas mulheres: como lidar com os sinais do tempo sem perder a leveza e o humor.

Especialista explica queixas de Fernanda Lima 

Para a dermatologista Camila Sampaio, as manchas cutâneas são um dos sinais mais evidentes do chamado fotoenvelhecimento. Ela explica que a radiação ultravioleta provoca alterações profundas nas células da pele. Além disso, mesmo quando não há queimaduras visíveis, o sol estimula a produção irregular de melanina, favorecendo o surgimento de marcas que podem aparecer muitos anos depois da exposição. Diferente das rugas, tradicionalmente associadas ao envelhecimento natural, as manchas refletem hábitos passados, como a exposição solar sem proteção adequada ou a crença equivocada de que peles morenas e negras dispensam o filtro. Segundo a médica, a pele tem memória. Por isso, o que foi feito aos 20 ou 30 anos se manifesta com mais clareza após os 40.

Além da radiação solar, fatores hormonais desempenham um papel decisivo. Gravidez, uso de anticoncepcionais e outras alterações ao longo da vida podem desencadear ou intensificar condições como o melasma. Camila ressalta que essas manchas costumam surgir de forma simétrica no rosto e possuem comportamento crônico, exigindo disciplina e acompanhamento contínuo, embora apresentem melhora com o tratamento correto. A dermatologista alerta ainda que o tema ultrapassa a questão estética, pois mudanças de cor, tamanho ou textura podem servir como sinal para lesões pré-cancerígenas, demandando avaliação profissional imediata para descartar riscos maiores.

Envelhecer não é sinônimo de descuido

 * Leia também: Maioria da população consome menos ômega-3 do que o recomendado

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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