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Após ataques dos EUA, Irã rejeita diálogo com Trump
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Após ataques dos EUA, Irã rejeita diálogo com Trump

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ICARO Media Group TITAN
02/03/2026 11h01
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©Reprodução/X @alilarijani_ir
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A tensão entre Estados Unidos e Irã ganhou novo capítulo nesta segunda-feira, 2, quando Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional em Teerã, declarou nas redes sociais que o país não pretende abrir negociações com o governo de Donald Trump.

Em uma publicação no X, Larijani contestou relatos de que autoridades iranianas estariam dispostas a reativar conversas depois da sequência de ataques americanos e israelenses ocorrida no fim de semana, após uma série de negociações entre Teerã e Washington.

A manifestação do dirigente iraniano contrasta com a versão apresentada por Trump no domingo, em entrevista à revista The Atlantic. Na ocasião, o presidente afirmou: " Eles querem conversar e eu concordei, então vou falar com eles".

Larijani, no entanto, reforçou a negativa de forma direta: "não negociaremos com os Estados Unidos". No mesmo posicionamento, ele acusou Trump de criar instabilidade e escreveu que "Trump mergulhou a região no caos com suas 'fantasias delirantes' e agora teme mais baixas entre as tropas americanas".

Ainda na mensagem, Larijani afirmou: " Com suas ações delirantes, ele transformou seu slogan "América Primeiro " , criado por ele mesmo, em "Israel Primeiro" e sacrificou soldados americanos pelas ambições de poder de Israel. E, com novas fabricações, está mais uma vez impondo o custo de assassinar seu próprio caráter aos soldados e famílias americanas. Hoje, a nação iraniana está se defendendo. As forças armadas do Irã não iniciaram a agressão".

No campo militar, a mídia estatal iraniana relatou que múltiplas explosões foram ouvidas durante a madrugada em Teerã e também em Karaj e Sanandaj. Em outro foco de confronto, o Exército israelense informou nesta segunda-feira que realizou ataques contra o Hezbollah “em todo o Líbano”, após disparos de foguetes reivindicados pelo grupo apoiado pelo Irã.

Em meio à escalada, o material também menciona que os mortos no Irã chegaram a 555.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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