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Ciclones no mar deixam tempo instável e aumentam risco de chuva forte no Brasil
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Ciclones no mar deixam tempo instável e aumentam risco de chuva forte no Brasil

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27/02/2026 20h39
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O ciclone extratropical já formado atua longe do continente e, de acordo com a MetSul, não representa perigo direto. Ainda assim, o sistema tem influenciado o avanço de uma massa de ar frio associada a alta pressão para a Região Sul, com reflexos mais evidentes no Rio Grande do Sul.

Desde quinta-feira (26), o Rio Grande do Sul registrou mínimas abaixo de 10°C. A menor marca citada foi de 7,4°C em Pinheiro Machado (RS), enquanto municípios próximos ficaram entre 10°C e 13°C. A tendência descrita é de manutenção de noites frias ou amenas, além de madrugadas com temperaturas menores na Serra, ao passo que as tardes devem seguir com sensação mais agradável e calor moderado.

Enquanto isso, o segundo ciclone é apontado como provável de se organizar em alto mar a partir de uma área de baixa pressão, com possibilidade de adquirir traços subtropicais. A MetSul indica risco elevado de chuva forte no Sudeste, com destaque para esta sexta-feira (27), quando podem ocorrer volumes extremos e isolados.

A previsão também descreve que, no sábado, os maiores acumulados devem se concentrar do Centro ao Norte de Minas Gerais e no Espírito Santo. Ainda na sexta, a área mencionada com risco de chuva intensa inclui o Leste do Nordeste de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

No Nordeste, o cenário citado é de maior preocupação. A avaliação é que o conjunto de baixas pressões no Atlântico pode evoluir para um ciclone subtropical capaz de favorecer um corredor de umidade vindo da Amazônia, deslocado mais ao Norte do que o habitual para esta época do ano.

Na Bahia, os acumulados projetados para os próximos sete dias variam de 100 mm a 200 mm em muitas cidades, com indicação de áreas entre 200 mm e 400 mm e registros isolados acima desse patamar. Salvador e a região metropolitana aparecem com risco geológico muito alto, podendo chegar a crítico, e no interior são citadas Chapada Diamantina, Irecê e a Bacia do Paramirim como áreas que devem reforçar a atenção.

A MetSul também aponta potencial para alagamentos, inundações, enxurradas e bloqueios de rodovias por desabamentos, associando o risco principalmente ao volume de chuva, e não ao vento.

No Brasil, sistemas extratropicais são descritos como mais frequentes na costa, enquanto ciclones com características subtropicais ou tropicais são tratados como menos comuns. A baixa pressão extratropical é associada a frentes frias e quentes, a diferenças de temperatura entre massas de ar e a um núcleo frio, com frentes meteorológicas bem definidas.

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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