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EUA cogitam escolta naval no Estreito de Ormuz
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EUA cogitam escolta naval no Estreito de Ormuz

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03/03/2026 22h50
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Em meio a novas ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, Donald Trump declarou nesta terça-feira (3) que os Estados Unidos estão prontos para intervir caso o trânsito de navios petroleiros seja colocado em risco.

Em publicação na Truth Social, o presidente afirmou que, se for necessário, a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região. No mesmo texto, Trump ressaltou que o poder econômico e militar americano é “o maior da Terra” e indicou que novas ações ainda podem ser anunciadas.

As declarações ocorreram após manifestações da Guarda Revolucionária do Irã, que disse que a passagem não seria segura. Na segunda-feira (2), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e afirmou que poderá atacar embarcações que tentem atravessar a rota.

Apesar do aumento de tensão, autoridades militares dos Estados Unidos disseram que a via marítima não está oficialmente bloqueada.

Trump também afirmou que determinou, “com efeito imediato”, que a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC) passe a oferecer seguro contra risco político e garantias financeiras para todo o comércio marítimo que transite pelo Golfo, com foco especial no transporte de energia. Segundo ele, as medidas ficarão disponíveis para todas as companhias de navegação, com custo “muito razoável”.

A sequência de anúncios e ameaças repercutiu nos mercados, e os preços do petróleo subiram nesta terça-feira (3), diante do receio de fechamento do estreito e de ataques a instalações do setor de energia.

O Estreito de Ormuz liga produtores do Golfo — Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos — ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico. A estimativa citada é que cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo passe por essa rota, o que amplia o impacto de qualquer interrupção sobre oferta e preços.

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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