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Irã fecha Estreito de Ormuz após ataque dos EUA e rota marítima global de petróleo entra em alerta
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Irã fecha Estreito de Ormuz após ataque dos EUA e rota marítima global de petróleo entra em alerta

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ICARO Media Group TITAN
02/03/2026 23h32
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©Wikipedia
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A Guarda Revolucionária do Irã declarou hoje que o Estreito de Ormuz foi fechado, elevando a tensão em torno da principal passagem marítima do petróleo do Oriente Médio. O anúncio veio após um ataque dos EUA que, segundo as informações divulgadas, matou o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.

Em declaração transmitida pela emissora estatal iraniana IRIB, o general Ebrahim Jabbari afirmou: "O estreito está fechado, e qualquer um que tentar passar será incendiado pelos nossos heróis da Marinha e do Exército da Guarda Revolucionária Islâmica. Não venham para esta região." Em outra fala atribuída ao mesmo general, ele disse: "Não permitiremos a exportação de petróleo desta região até que eles sintam a pressão de estarem em uma situação difícil."

Com o bloqueio, grandes empresas de transporte marítimo de contêineres suspenderam operações no trecho, de acordo com a CNBC, e navios passaram a ser redirecionados para rotas ao redor da ponta sul da África. A dinamarquesa Maersk informou que vai interromper travessias e alertou que serviços com escala em portos do Golfo Pérsico podem sofrer atrasos até novo aviso.

O mercado de energia reagiu antes do fechamento: nesta segunda, o petróleo terminou em forte alta, com avanço de quase 10%, em meio ao temor de uma guerra prolongada entre EUA e Irã. A instabilidade também impulsionou os preços de diesel e gás natural.

O Estreito de Ormuz, corredor entre Irã e Omã que liga o Golfo ao Mar Arábico, é usado para o escoamento de cargas de Arábia Saudita, Iraque, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Qatar, segundo a Reuters. Em um dia normal, o fluxo na região equivale a cerca de 20% do consumo global de petróleo, e o bloqueio pode reter de 20% a 25% do petróleo exportado no mundo — mais de 20 milhões de barris por dia — com destino principalmente à Ásia, incluindo China, Japão, Índia e Filipinas.

 

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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