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Corpo de jovem é encontrado em estado crítico após corrida por app
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Corpo de jovem é encontrado em estado crítico após corrida por app

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24/06/2026 11h18
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https://timnews.com.br/system/images/photos/16759759/original/open-uri20260624-42-170q7d0?1782300311
©Reprodução/Instagram
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Uma noite de diversão terminou em tragédia no sul de Minas Gerais. Desse modo, uma série de interrogações agora assombra uma família em Varginha. A balconista Joice Batiston, de 27 anos, perdeu a vida de forma misteriosa. O caso aconteceu logo após a jovem solicitar uma viagem por meio da plataforma 99. Ela planejava assistir a uma partida de futebol da Seleção Brasileira com o seu grupo de amigas. No entanto, ela nunca chegou ao local.

O episódio trágico aconteceu na última sexta-feira (19) e mobilizou as forças de segurança locais. Como resposta, a Polícia Civil de Minas Gerais já deu início aos trabalhos investigativos. Os agentes buscam determinar o que de fato provocou o óbito da  vítima. Até o presente momento, a equipe não descarta nenhuma linha de raciocínio. Além disso, não há registros de detenções relacionadas ao caso.

Detalhes do desaparecimento e localização

Joice aproveitou o seu período de folga no supermercado onde trabalhava. Com o intuito de se divertir, ela agendou o encontro em um restaurante da cidade. A balconista se despediu dos familiares por volta das 21h45 e entrou no veículo acionado pelo celular. Diante da falta de notícias e do sumiço repentino, os parentes iniciaram as buscas por conta própria. Foi assim que descobriram que equipes da Polícia Militar haviam socorrido a moça.

Os agentes encontraram ela caída na Avenida Perimetral, nas imediações de uma casa de eventos. Essa via compunha a rota planejada da viagem. Joice apresentava diversos machucados pelo corpo. Por isso, os policiais a levaram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Apesar do socorro, o quadro clínico evoluiu rapidamente para o óbito.

Família contesta hipótese de acidente e nota sumiço de pertences

A princípio, as autoridades cogitaram a possibilidade de um atropelamento ou colisão viária. Contudo, os familiares levantaram suspeitas ao analisarem as condições do corpo no Instituto Médico-Legal (IML). Ela tinha um ferimento profundo na testa e escoriações nos membros. Além disso, os parentes relataram ter visto vestígios de sangue nas partes íntimas da vítima e vestimentas danificadas.

“Se tivesse sido um atropelamento, eu imaginava que teria um braço quebrado. Mas ela estava toda ralada, como alguém que caiu no chão. O rosto era a região mais machucada”, relatou a irmã, Josilene Batiston, de 25 anos. Ela também pontuou o estado das roupas: “Como se tivesse tido uma briga”.

Outro ponto que intriga os familiares é o paradeiro do telefone celular da vítima. Os cartões bancários, os documentos de identificação e a bolsa foram reavidos. Por outro lado, o aparelho telefônico sumiu. Nas tentativas de contato feitas pela família, alguém rejeitava as ligações. Adicionalmente, as mensagens enviadas por aplicativo chegaram a indicar leitura. Pouco depois, o sinal acabou totalmente interrompido. Uma viseira de cor escura também foi recolhida na cena.

Cobrança por respostas e posicionamento das empresas

A família enlutada agora aguarda a conclusão do relatório da perícia médica. Esse prazo de entrega pode se estender por até 90 dias. Portanto, o apelo é para que a empresa de transporte forneça o histórico detalhado do deslocamento. Eles também querem as informações do condutor parceiro. A plataforma informou que disponibilizará esses dados assim que houver uma intimação jurídica formal.

Josilene relembrou com carinho a postura ética da irmã: “Ela era uma pessoa muito simples e humilde. Além do trabalho como balconista, fazia alguns serviços extras para conseguir um dinheiro a mais e comprar as coisas dela. Ajudava a cuidar da nossa mãe e dedicava boa parte do tempo ao nosso irmão, que é autista nível 3 de suporte e precisa de acompanhamento constante. Ela nunca fez mal a ninguém. Era uma pessoa muito boa, trabalhadora e dedicada”.

Procurada para se manifestar sobre o ocorrido, a liderança da 99 enviou uma nota oficial. A empresa lamentou o desfecho do caso e prestou condolências aos familiares de Joice. Do mesmo modo, a marca assegurou que designou um time focado no atendimento pós-incidente.

“Assim que o relato foi registrado em sua Central de Segurança, uma equipe especializada foi designada e está em contato com familiares de Joice Batiston para oferecer acolhimento e informações para o acionamento do seguro, que inclui atendimento psicológico e suporte para despesas funerárias”, informou a 99.

 

 
 
 
 
 
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Um post compartilhado por Paulo Mathias (@paulomathias)

 

 

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