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Vício em telas na infância: como equilibrar o uso e proteger as crianças
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Vício em telas na infância: como equilibrar o uso e proteger as crianças

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Anamaria
28/03/2025 22h00
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© Crédito: Kelly Sikkema│Unsplash
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O uso excessivo de dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes preocupa pais e educadores. O vício em telas pode causar distúrbios do sono, dificuldade de concentração e até levar à dependência digital. Mas como estabelecer limites saudáveis e garantir que a tecnologia seja usada de forma equilibrada? Vamos explicar a seguir: 

Qual o tempo de tela ideal para cada idade?

Definir limites para o tempo de tela é essencial para um desenvolvimento saudável. As recomendações indicam:

  • Até 2 anos: nenhuma exposição a telas.
  • De 2 a 5 anos: até 1 hora por dia, com conteúdo educativo e supervisão.
  • De 6 a 10 anos: no máximo 2 horas diárias, equilibrando com atividades físicas e sociais.
  • De 11 a 18 anos: até 3 horas diárias, priorizando usos produtivos e evitando telas antes de dormir.

Mais do que o tempo, a qualidade do conteúdo importa. Atividades offline, como esportes, brincadeiras ao ar livre e interações presenciais, devem fazer parte da rotina.

Como monitorar o tempo de tela sem invadir a privacidade

O diálogo é a chave para equilibrar a relação dos filhos com a tecnologia. Estabelecer regras claras, acompanhar os hábitos digitais e usar ferramentas de controle parental são estratégias eficientes. Algumas soluções digitais, como o Terra Segurança Digital, oferecem recursos para monitoramento por um custo acessível.

Criar um “contrato digital” pode ser uma boa estratégia para estabelecer responsabilidades e educar sobre segurança na internet. Orientar as crianças a não compartilharem informações pessoais, desconfiarem de ofertas suspeitas e evitarem interações com desconhecidos é essencial.

O papel dos pais e da escola na educação digital

Os adultos também precisam refletir sobre seu próprio comportamento digital. O vício em telas não afeta apenas os pequenos; muitos pais passam horas nos celulares, servindo como modelo de uso descontrolado.

Nas escolas, professores e coordenadores pedagógicos observam que o excesso de tempo de tela compromete a capacidade de atenção e o desenvolvimento cognitivo dos alunos. O contato excessivo com dispositivos eletrônicos gera dependência de recompensas imediatas, prejudicando o raciocínio crítico e a paciência necessária para processos de aprendizado.

Alternar momentos de tecnologia com experiências reais é essencial para o crescimento saudável. Crianças e adolescentes precisam brincar, explorar o mundo e interagir presencialmente para construir um repertório rico e equilibrado.

Leia também: 

Adolescência: série explica como pai ausente custa caro à sociedade

Leia a matéria original aqui.

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