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Telescópios Hubble e Euclid registram a “morte” de uma estrela
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Telescópios Hubble e Euclid registram a “morte” de uma estrela

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Aventuras Na História
16/03/2026 21h00
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© ESA/Hubble & NASA, ESA Euclid/Euclid Consortium/NASA/Q1-2025, J.-C. Cuillandre & E. Bertin (CEA Paris-Saclay), Z. Tsvetanov
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Morte de estrela

Apesar do espetáculo visual, o fenômeno retratado é essencialmente o estágio final de vida de uma estrela. Quando astros de massa relativamente baixa ou média — semelhantes ao Sol — esgotam o combustível nuclear que sustenta suas reações internas, eles passam por uma série de transformações que culminam na expulsão de suas camadas externas. O resultado é uma chamada nebulosa planetária, um tipo de nuvem luminosa formada pelos gases ejetados pela estrela moribunda.

Diferentemente de estrelas muito mais massivas, que terminam suas vidas em explosões violentas conhecidas como supernovas, o processo observado na Nebulosa Olho de Gato ocorre de forma relativamente mais gradual. A estrela perde lentamente suas camadas externas, que são empurradas para longe por ventos estelares intensos e por jatos de gás de alta velocidade.

Essa combinação permite aos cientistas observar diferentes etapas do processo de morte estelar ao mesmo tempo. As camadas mais antigas de gás funcionam como uma espécie de registro histórico da atividade da estrela ao longo do tempo, revelando episódios sucessivos de perda de massa.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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