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Como funciona o trabalho dos paleontólogos?
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Como funciona o trabalho dos paleontólogos?

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Recreio
05/04/2025 17h00
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https://timnews.com.br/system/images/photos/16500920/original/open-uri20250405-19-bi4dgj?1743872702
©Wikimedia Commons
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Os restos de um organismo só se transformam em fósseis se forem soterrados (pela ação de animais, pelo vento ou até pelo homem) e ficarem protegidos em uma rocha sedimentar (formação natural que surge a partir de restos de outras rochas ou de minerais salinos dissolvidos em ambientes aquáticos). Os paleontólogos só descobrem um fóssil se essa rocha sofrer erosão (por efeito da chuva ou por escavações) e revelar o conteúdo que estava escondido.

Quando um fóssil surge, o paleontólogo precisa seguir cinco passos:

1. Como não existe um aparelho que detecte a presença de fósseis em uma rocha, quando paleontólogo sabe da existência de um, precisa voltar sempre que possível ao mesmo local para ver se a erosão fez aparecer mais algum fóssil. Em geral, o paleontólogo não escava para procurar novas espécies (exceto se se saiba que o local tem muitos fósseis juntos, o que é raro). Por isso, é preciso ser paciente!

2. Após identificar a rocha que contém o fóssil, o paleontólogo passa a procurar aquele mesmo tipo de rocha em outros locais. Essa busca é necessária porque é bem provável que o mesmo fóssil (e outros) possa ser encontrado em mais lugares.

3. Cada fóssil encontrado deve ser coletado com cuidado (o material é frágil). O paleontólogo deve anotar, ainda no local da descoberta, todos os dados, como: localização geográfica, estado de preservação e posição dentro da camada da rocha.

4. Após a coleta, o material é levado para uma instituição de pesquisa. Lá, o fóssil será separado da rocha e receberá um número de identificação. Então, ficará sob os cuidados do responsável pela coleção de fósseis, que deverá olhar pela integridade e conservação do material, além de dar acesso os pesquisadores que vão estudar o material.

5. Já na instituição de pesquisa, o paleontólogo faz uma comparação entre o exemplar novo e outros já encontrados – além de compará-lo (pela forma e aparência externa) com organismos atuais. Se o fóssil for diferente do que existe atualmente ou já existiu, é preciso descobrir parentes próximos (vivos ou fósseis) para que ele ganhe um nome e família (classificação).

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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