Novos arquivos do caso Epstein trazem revelações explosivas
Contigo!
Quem imaginou que a chamada “Lista de Epstein”, divulgada em 2024, encerraria o interesse público pelo escândalo envolvendo Jeffrey Epstein (1953–2019) se enganou. Nas últimas semanas, o caso voltou ao centro das atenções após a liberação de milhões de páginas de documentos por autoridades dos Estados Unidos, resultado de medidas ligadas à Lei de Transparência dos Arquivos.
E-mails também indicariam que ele convidou Epstein para o Palácio de Buckingham em 2010, com a frase: “Podemos jantar no Palácio de Buckingham com muita privacidade”. O material também cita Donald Trump em fotos sociais e menciona “camisinhas de novidade” (novelty condoms) encontradas na residência do financista. De acordo com a CBS News, Todd Blanche afirmou que a revisão “acabou” e não encontrou evidência criminal contra Trump. Advogados de vítimas e políticos, incluindo Alexandria Ocasio-Cortez, alegam possível encobrimento.
Os novos arquivos mudam o entendimento sobre o caso Epstein?
As revelações mais recentes sugerem mudanças relevantes na forma como o caso é interpretado, especialmente no campo jurídico e político. Documentos apontam que Epstein não apenas cometia abusos, mas também “emprestava” vítimas a terceiros, contrariando versões anteriores que indicavam atuação isolada ao lado de Ghislaine Maxwell. E-mails envolvendo Sarah Ferguson, que teria chamado Epstein de “irmão”, e trocas com Steve Bannon ampliam a rede de conexões já conhecida.


