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Argentina: tribunal diz que Cristina Kirchner possui 'vínculos corruptos'
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Argentina: tribunal diz que Cristina Kirchner possui 'vínculos corruptos'

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Aventuras Na História
09/03/2023 21h50
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https://timnews.com.br/system/images/photos/15457466/original/open-uri20230309-18-21qtjc?1678399035
©Getty Images
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O Tribunal Federal da Argentina divulgou nesta quinta-feira, 9, os fundamentos da decisão que condenou a vice-presidente argentina, Cristina Kirchner, a seis anos de prisão e afastamento permanente das atividades públicas. No documento, a corte indicou "um grave ato de corrupção no país" e que Kirchner mantinha "vínculos promíscuos e corruptos" com um empresário condenado por lavagem de dinheiro.

Segundo informações do jornal O Globo, o texto oficial relatava um prejuízo financeiro de cerca de 84 bilhões de pesos (R$ 2,1 bilhões de reais), oriundos de irregularidades políticas. O tribunal afirmou:

Estamos diante de um ato de corrupção estatal que, como tal, mina a legitimidade das instituições públicas, mina a sociedade, a ordem moral e a justiça, bem como o desenvolvimento integral do povo".

Outros detalhes 

Os juízes envolvidos no caso da vice-presidente consideraram nas investigações que ela detinha uma "participação fundamental" nas concessões irregulares de verbas para obras públicas na província de Santa Cruz, Patagônia, que na verdade eram destinadas ao empresário beneficiário Lázaro Báez

A política pública que seu governo [de Cristina Kirchner] promoveu, anunciando um benefício sem precedentes para a extensa província patagônica [Santa Cruz], na verdade escondeu, como um cavalo de Troia, o orçamento indispensável para o desenvolvimento bem-sucedido do empreendimento criminoso e suas múltiplas arestas", acrescentou o documento.

Relembre o caso  

Os promotores da Argentina passaram a investigar Cristina após denúncias de associação criminosa e de administração fraudulenta ao longo do governo de Néstor Kirchner, marido e antecessor da ex-presidente, nos períodos de 2003 a 2007. 

Em declaração, o promotor Diego Luciani, responsável por mediar algumas das sessões do julgamento de Kirchner, disse:

Néstor Kirchner, e posteriormente sua mulher, Cristina Fernández, instalaram e mantiveram no coração da administração pública nacional uma das matrizes de corrupção mais extraordinárias já desenvolvidas no país".
Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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