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Petrópolis inaugura primeiro museu dedicado a gatos do Brasil
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Petrópolis inaugura primeiro museu dedicado a gatos do Brasil

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Aventuras Na História
26/03/2025 14h05
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©Reprodução/Instagram (@omuseudogatopetropolis) / Reprodução/Instagram (@felinafolia)
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O primeiro Museu do Gato das Américas, dedicado exclusivamente aos felinos, foi inaugurado neste mês em Petrópolis (RJ). Instalado em um casarão no Centro Histórico, entre as ruas Raul de Leoni e Ipiranga, o espaço fica próximo a pontos turísticos como a Catedral e o Museu Imperial. 

A artista plástica Lucimere Mazurec, 54, idealizou o projeto com o desejo de unir cultura e paixão pelos gatos. “Petrópolis tem uma vocação cultural muito forte, e trazer um espaço inédito como esse une arte, história e afeto em um mesmo ambiente”, destacou ao g1.

A inauguração contou com a presença do Xartrux, considerado o maior gato do mundo, e da jovem pintora Sofia Helena, que já expôs no Louvre, em Paris. O museu possui três salas temáticas, repletas de quadros, estatuetas e curiosidades sobre os felinos. Entre elas, destacam-se a sala mística dos signos e a sala das sensações, que abriga um cantinho da saudade para homenagear animais que já partiram.

Grande parte do acervo veio de doações, com exceção de algumas peças adquiridas por Lucimere. Além disso, fotógrafos expõem e vendem seus trabalhos no local. Obras da própria idealizadora também estão em exibição, incluindo pinturas e artesanatos inspirados em gatos.

No mundo, apenas três museus seguem a mesma proposta: o Museu do Gato de Kuching, na Malásia, o Cat Museum Istanbul, na Turquia, e o KattenKabinet, na Holanda.

Perda do filho

O Museu do Gato nasceu do desejo de Lucimere de homenagear seu filho, Johann, que faleceu há oito anos, aos 22 anos. Apaixonado por gatos, ele deixou como herança Kiba, um siamês que se tornou o grande companheiro da artista e a ajudou a encontrar um novo propósito de vida.

Durante muito tempo, a dor da perda tornou difícil seguir em frente, mas a convivência com Kiba a fez perceber o encanto dos felinos. “A elegância, a liberdade, a bipolaridade deles… Isso me fascina”, contou ao jornal O Globo. Ela também enxergou semelhanças entre o comportamento dos gatos e a personalidade do filho. “O gato é muito amor, e o meu filho era muito amor”.

Além de um tributo a Johann, Lucimere espera que o museu sirva como mensagem de esperança para outras mães que perderam filhos. “É muito difícil, mas toda mãe precisa transformar a perda do seu filho em uma coisa nova, porque a gente vai viver até quando Deus quiser. Minha mãe tem 89 anos, é cheia de vida e quer viver”.

O Museu do Gato está localizado na Rua Ipiranga, 222/B, no Centro Histórico de Petrópolis. O espaço funciona aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. A entrada custa R$ 10, com ingressos vendidos diretamente no local. Para mais informações, basta acessar o perfil oficial no Instagram: @omuseudogatopetropolis.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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