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André Mendonça marca nova reunião com a PF em apuração sobre o Caso Master
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André Mendonça marca nova reunião com a PF em apuração sobre o Caso Master

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23/02/2026 11h07
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©Foto: Rosinei Coutinho/STF
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O ministro do STF André Mendonça marcou para esta segunda-feira (23), no período da tarde, uma conversa com delegados da Polícia Federal ligados à apuração das fraudes bilionárias associadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.

A solicitação do encontro partiu do próprio Mendonça, que passou a relatar o caso após a saída de Dias Toffoli. Devem participar delegados da Dicor, área responsável pelo inquérito dentro da PF.

Segundo informações levadas à Corte, a reunião deve tratar do que já foi encaminhado ao STF sobre o estágio da investigação e do planejamento das próximas medidas, com possibilidade de discussão sobre quebras de sigilo.

A analista Jussara Soares informou que a PF pretende aumentar o número de peritos para acelerar o trabalho relativo à operação Compliance Zero. Há pelo menos 100 celulares ainda aguardando perícia.

A movimentação ocorre depois de uma decisão de Mendonça, tomada na quinta-feira (19), que determinou a devolução do material apreendido à PF e liberou a realização de extrações, análises e indexações dos dispositivos. Com isso, os equipamentos devem ser direcionados ao Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília.

Esta será a segunda reunião entre Mendonça e a Polícia Federal desde o dia 12, quando ele assumiu a condução do caso no Supremo.

Após assumir a relatoria, Mendonça também alterou regras que haviam sido fixadas por Toffoli: antes, o acesso aos materiais apreendidos — incluindo o celular de Daniel Vorcaro — ficava limitado a quatro peritos indicados, e os depoimentos de investigados estavam condicionados ao prédio do STF. Agora, a PF pode empregar sua estrutura técnica para analisar os dispositivos e colher depoimentos em suas próprias dependências.

Outra medida tomada por Mendonça foi revogar a restrição que impedia a CPMI do INSS de acessar dados decorrentes de quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático de Daniel Vorcaro; desde dezembro, esses dados estavam sob a custódia de Davi Alcolumbre.

A CPMI havia agendado para hoje o depoimento de Daniel Vorcaro, mas ele comunicou que não irá. Por ser investigado, Mendonça definiu que a presença seria facultativa. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, avaliou que o andamento dos trabalhos não deve ser afetado.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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