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Em primeiro comunicado, Trump exalta operação no Irã e prevê ações ainda mais intensas
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Em primeiro comunicado, Trump exalta operação no Irã e prevê ações ainda mais intensas

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02/03/2026 18h07
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©Reprodução/X @WHITEHOUSE
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Em declarações feitas nesta segunda-feira (2), Donald Trump afirmou que a operação militar dos Estados Unidos contra o Irã pode durar “quatro ou cinco semanas ou mais” e sustentou que a ofensiva seria “a nossa última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano”.

Na primeira manifestação pública sobre o conflito, o presidente disse que pretende atingir mísseis, enfraquecer a Marinha iraniana e interromper o que chamou de “ambições nucleares” do país, além de cortar o financiamento do governo iraniano a grupos terroristas. Ele também sinalizou que não pretende retomar conversas com Teerã, em meio às negociações que vinham ocorrendo para um acordo de não proliferação de armas nucleares.

A fala ocorreu durante uma cerimônia de entrega de medalhas de honra a soldados mortos no conflito. Até o momento, as Forças Armadas dos EUA confirmaram quatro mortes. A CNN Internacional informou ainda que outros 18 militares estão em estado grave após ações retaliatórias do Irã.

Trump voltou a afirmar que o Irã buscava reconstruir seu programa nuclear e declarou que o país ampliava “rapida e dramaticamente” seu programa de mísseis, apontado por ele como risco para os EUA, para bases americanas no Oriente Médio e para a Europa. Ele também disse estar “muito feliz de ter derrubado o horrível acordo nuclear” negociado pelo ex-presidente Barack Obama.

Sobre a campanha militar, Trump declarou à CNN americana que o país está “massacrando” o Irã e avaliou que a operação vai “muito bem”. Ele acrescentou: “Ainda nem começamos a atingi-los com força. A grande onda ainda nem chegou. A grande onda está chegando em breve”. O presidente também disse não descartar o envio de tropas para o território iraniano “se necessário”.

Em outra entrevista nesta segunda-feira, para a ABC News, Trump afirmou que há um ano teria aceitado propostas iranianas para um acordo nuclear, mas disse que o “sucesso” na Venezuela deixou os EUA “mimou”.

Ao comentar o ritmo das ações militares, Trump afirmou ao jornal britânico The Telegraph que ficou impressionado com a rapidez com que forças dos EUA e de Israel eliminaram lideranças iranianas. Segundo ele, havia uma previsão de quatro semanas para a “eliminação” do aiatolá Ali Khamenei. “Previmos que levaria duas ou três semanas para eliminar parte da liderança, mas conseguimos eliminar todos em apenas um dia. Portanto, fomos muito mais rápidos do que o esperado”, disse. Ele ainda declarou que os iranianos “realmente querem fechar um acordo”, mas que isso deveria ter ocorrido “há uma semana”.

Trump também relatou idas e vindas nas tratativas: “ Achamos que tínhamos um acordo, aí eles deram para trás. De novo, achamos que tínhamos fechado um acordo, e eles novamente deram para trás. Uma hora falamos chega”, afirmou.

No domingo (1º), o Pentágono informou que três militares norte-americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos durante um contra-ataque do Irã, após bombardeios realizados no sábado (28) por EUA e Israel. Nesta segunda-feira (2), o Comando Central das Forças Armadas dos EUA comunicou que um dos feridos não resistiu. A NBC afirmou que os militares atingidos estavam no Kuwait.

Ainda nesta segunda-feira (2), o clérigo iraniano Alireza Arafi, recém-eleito para o cargo, disse à televisão estatal que a expectativa é de que um novo líder supremo do Irã seja nomeado “rapidamente”.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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