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Irã ameaça fechar totalmente o Estreito de Ormuz se EUA seguirem com ataques a usinas de energia
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Irã ameaça fechar totalmente o Estreito de Ormuz se EUA seguirem com ataques a usinas de energia

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ICARO Media Group TITAN
22/03/2026 21h08
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©Reprodução/Wikipedia/NASA GSFC
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Neste domingo (22), o Estado-Maior das Forças Armadas do Irã afirmou que poderá “fechar completamente” o Estreito de Ormuz caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, leve adiante a ameaça de bombardear usinas de energia iranianas.

A sinalização veio após declarações de Trump no sábado (21), quando ele disse que ordenaria o bombardeio de bases energéticas do Irã se o Estreito de Ormuz não fosse totalmente reaberto à navegação em um prazo de 48 horas.

De acordo com a posição expressa pelos militares iranianos neste domingo (22), se as ameaças dos EUA relacionadas às usinas de energia do Irã se concretizarem, o Estreito de Ormuz seria fechado por completo e só voltaria a ser liberado depois da reconstrução das unidades destruídas.

A nota militar também apontou que infraestrutura de energia e comunicações de Israel seria alvo, além de “empresas similares na região com acionistas americanos”. No mesmo comunicado, o quartel-general acrescentou: “ As usinas de energia de países da região que abrigam bases americanas serão alvos legítimos para nós”.

Antes disso, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, escreveu no X que infraestruturas críticas e instalações de energia no Oriente Médio poderiam ser “irreversivelmente destruídas” caso usinas iranianas fossem atacadas.

Ainda neste domingo (22), a Guarda Revolucionária do Irã declarou que também fechará “completamente” o Estreito de Ormuz se Trump cumprir a ameaça de atacar instalações energéticas iranianas. A mesma reação foi apresentada como resposta à fala do sábado, quando Trump ameaçou “obliterar” usinas de energia do Irã caso Teerã não reabrisse totalmente o estreito em 48 horas.

Uma resposta de tom diferente foi atribuída ao embaixador do Irã na Organização Marítima Internacional (IMO), Ali Mousavi, que disse que o estreito permanece fechado apenas para navios dos “inimigos do Irã” e que o Irã quer contribuir para a passagem segura das demais embarcações.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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