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Suspeito é indiciado após abuso e morte de freira no Paraná
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Suspeito é indiciado após abuso e morte de freira no Paraná

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28/02/2026 00h59
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©Reprodução: Redes Sociais
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A Polícia Civil do Paraná informou, nesta sexta-feira (27), que finalizou o inquérito sobre a morte da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, em um convento de Ivaí, nos Campos Gerais, após uma invasão registrada no sábado (21).

O laudo pericial apontou que a vítima morreu por asfixia e também foi alvo de violência sexual. A conclusão foi sustentada, segundo as autoridades, pela gravidade das lesões identificadas. Com o encerramento do procedimento, o caso foi encaminhado ao Ministério Público do Paraná (MP-PR). O investigado segue preso preventivamente, segundo a polícia.

O relatório final descreve que o homicídio foi qualificado por meio cruel e por recurso que dificultou a defesa da vítima, com agravantes por a vítima ser maior de 60 anos e por ser portadora de deficiência. Também foram apontadas a resistência, em razão do confronto com policiais no momento da prisão, e a violação de domicílio qualificada, pela entrada no convento mediante escalada.

Conforme a investigação, o homem pulou o muro do convento Irmãs Servas de Maria Imaculada por volta das 13h30. A apuração registra que, ao ser abordado pela freira, ele afirmou que estaria no local para trabalhar e, em seguida, empurrou a vítima.

Em depoimento, o suspeito admitiu a asfixia e afirmou ter agido sob o comando de "vozes " após passar a madrugada consumindo álcool e drogas. A perícia, porém, contrariou a tentativa de reduzir a gravidade do ocorrido e confirmou a natureza sexual do ataque.

A polícia relatou ainda que o homem foi encontrado em sua residência logo após o crime, tentou fugir, agrediu agentes durante a abordagem e acabou contido, confessando o homicídio. Somadas as penas previstas para os quatro crimes, a estimativa mencionada pelo delegado é de uma condenação que pode ultrapassar 50 anos de reclusão.

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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